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Statoil

A estatal norueguesa Statoil adquire participação e operação do bloco BM-S-8

01/08/2016 | 12h47
A estatal norueguesa Statoil adquire participação e operação do bloco BM-S-8
Cortesia Statoil, Eldar Sætre, CEO Cortesia Statoil, Eldar Sætre, CEO

A Statoil e a Petrobras anunciaram na última sexta-feira um negócio de R$ 2,5 bi em que a Statoil adquiriu 66% da participação da Petrobras como operadora no bloco offshore BM-S-8 localizado na prolífica bacia de Santos. A aquisição inclui uma parte substancial de Carcará, uma das maiores descobertas de petróleo dos últimos anos no mundo.

Carcará foi descoberto em 2012, no mesmo trend geológico do campo de Lula e da área de Libra, vizinhos ao bloco. Trata-se de uma descoberta de primeira classe, com óleo de alta qualidade em torno de 30º API e gás associado em um reservatório espesso com excelentes propriedades. O reservatório abrange tanto o bloco BM-S-8 quanto áreas não licitadas ao norte, que, estima-se, devem fazer parte de rodada de licitação prevista para 2017. A Statoil está bem posicionada para ser operadora do campo de Carcará pós-unitização, na sequência desta transação, e a rodada de licitação será uma oportunidade para aumentar ainda mais a participação neste campo. A Statoil estima que os volumes recuperáveis dentro do bloco BM-S-8 estejam na faixa de 700 milhões a 1,3 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).

Além da descoberta de Carcará, o BM-S-8 contém potencial exploratório que pode incrementar significativamente seu volume de recursos. A licença está na fase final de exploração, com o compromisso firmado de mais um poço exploratório a ser perfurado até 2018.

“Por meio dessa aquisição, nós estamos tendo acesso a um ativo de primeira classe e fortalecendo nossa posição no Brasil, uma das áreas consideradas chave para a Statoil devido ao grande volume de recursos e à sintonia perfeita com nossas tecnologias e nossa capacidade de execução. O campo de Carcará irá aumentar significativamente os volumes produzidos internacionalmente pela Statoil a partir da década de 2020. Estamos desenvolvendo uma empresa forte no Brasil, com um portfólio diversificado, produção expressiva, oportunidades de exploração de alto impacto e excelente potencial para criação de valor no longo prazo e geração de caixa”, afirma Eldar Sætre, presidente e CEO da Statoil.

O valor total da aquisição é de USD 2,5 bilhões. Metade será pago no fechamento da transação e o restante no atingimento de marcos específicos. Esses marcos estão parcialmente relacionados à licença, mas também à futura unitização de Carcará. A data efetiva da transação é 1º de Julho de 2016. A conclusão está sujeita a condições comuns neste tipo de negociação, incluindo a aprovação de parceiros e de entidades governamentais.

A Statoil e a Petrobras estão também em discussões relacionadas à cooperação estratégica no longo prazo. O foco dessa cooperação será nas bacias de Campos e do Espírito Santo, bem como nova cooperação em projetos de gás e desenvolvimento de tecnologia na bacia de Santos.

Sobre a Statoil

A Statoil atua no Brasil desde 2001. Em 2016, a companhia comemora 5 anos de produção como operadora do campo de Peregrino. A Fase II do campo de Peregrino tem previsão de início de produção em 2020. No terceiro trimestre de 2016, a Statoil espera assumir a operação do bloco BM-C-33 na bacia de Campos, que inclui a descoberta de Pão de Açúcar. A Statoil também tem participação em oito licenças na bacia do Espírito Santo, trabalhando em parceria com a Petrobras, e espera perfurar seus primeiros poços exploratórios em 2017. A companhia desenvolveu uma forte organização local, com aproximadamente 90% de funcionários brasileiros, e suas operações já criaram aproximadamente 1.000 empregos diretos. A adição do bloco BM-S-8 ao portfólio da Statoil Brasil ajudará na estratégia de crescimento sustentável por através de maior flexibilidade, ganhos de escala e eficiência operacional.



Fonte: Redação/Assessoria Statoil
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