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Preços

Yukos volta a causar alta do petróleo

05/08/2004 | 00h00

O governo russo revogou nesta quinta-feira (05/08) a permissão de movimentação das contas bancárias pela petroleira Yukos, indiciada pela dívida de US$ 3 bilhões em impostos. A notícia anulou o impacto positivo do pronunciamento feito ontem pela OPEP, indicando sua capacidade de incrementar a produção. Na quarta-feira, barril WTI caiu 3%, passando de US$ 44,15 para US$ 42,83. Hoje, o WTI já está sendo negociado a US$ 44,45 e o Brent ultrapassou os US$ 41. 

Globla Invest - O governo da Rússia revogou hoje (5 de agosto) a permissão para o uso das contasbancárias à Yukos, maior empresa petrolífera da Rússia que está sendo indiciada por dever mais de US$ 3 bilhões em impostos ao governo local.
A notícia deu início à reversão da pressão de queda que havia se instaurado ontem com o pronunciamento da OPEP de que teria condições imediatas de incrementar a produção de petróleo entre 1 e 1,5 milhão de barris ao dia se fosse preciso. Com a notícia da OPEP, o preço do barril de petróleo WTI caiu de U$ 44,15 para U$ 42,83 na quarta-feira – queda de aproximadamente 3%.
Contudo, a commodity está sendo negociada hoje a U$ 43,25 em Nova York, provando que o mercado ainda está altamente sensível a eventos que sugiram uma eventual ruptura do
abastecimento mundial de petróleo.
A queda das cotações do barril WTI na quarta-feira também foi fortemente vinculada ao relatório semanal do governo norte-americano indicando que houve um aumento das reservas de
gasolina em seu país. Tal fato é apontado como inesperado, uma vez que o país ainda passa por um momento de crescimento no consumo de gasolina durante as férias de verão, cujo impacto é mais significativo no mês de agosto.
A trajetória da cotação do petróleo WTI nos últimos sete dias reflete a tensão presente no mercado. No dia 27 de julho, o preço do barril fechou em U$ 41,84, a alta persistiu até o dia 3 de agosto quando o barril fechou em U$ 44,15, alta de 5,52% em cinco sessões da NYMEX (New York Mercantile Exchange).
Com a remanescente incerteza relativa à Yukos, o mercado de petróleo deverá apresentar novas altas, especialmente porque a vulnerabilidade da estrutura de produção e logística do Iraque e Arábia Saudita ainda permanecem como alvo de novos ataques terroristas.



Fonte: Global Invest
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