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Gás Natural

White Martins investe em estação de compressão em Pernambuco

20/07/2010 | 10h35
White Martins investe em estação de compressão em Pernambuco
White Martins investe em estação de compressão em Pernambuco White Martins investe em estação de compressão em Pernambuco
A White Martins vai construir, em Caruaru (PE), uma unidade de compressão de Gás Natural para atender à crescente demanda de indústrias da região por um combustível mais econômico e de menor impacto ambiental. O gás natural será fornecido pela Copergás, que construiu um gasoduto de 150 km de extensão para trazer o combustível do Recife.  A previsão é de que a unidade inicie suas operações em outubro de 2010.

Na estação, o gás natural será comprimido e enviado para clientes por meio de carretas. O primeiro contrato de fornecimento foi fechado com a Acumuladores Moura, fabricante de baterias automotivas da América do Sul. A empresa, situada em Belo Jardim, a cerca de 60 km de Caruaru, vai usar o Gás Natural Comprimido (GNC) em substituição ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e o óleo combustível usados em seu processo industrial.

Outra indústria da região que também se beneficiará com o GNC é a Galvanisa. O gás natural será usado nos queimadores da cuba de galvanização, que a empresa instalará em sua unidade, situada em Carpina, a cerca de 100 Km de Caruaru.

“O potencial da região é muito grande, dado o crescimento da economia local e a existência de importantes indústrias, afirma Marcelo Rodrigues, diretor executivo da White Martins. “Essas empresas podem se beneficiar com o uso do gás natural que tem vantagens sobre outros combustíveis, como uma maior economia e menor impacto ambiental”, diz.

Gasoduto –

A White Martins também participou da obra do gasoduto que irá levar o gás natural do Recife para Caruaru.  A empresa, por meio de seu Grupo de Serviços Industriais, foi contratada para realizar o serviço de secagem dos dutos, uma das etapas finais da obra.

Para essa operação, a companhia utilizou nitrogênio, que foi bombeado para dentro do gasoduto, de forma a retirar a água usada em testes hidrostáticos, que verificam a existência de vazamentos. O nitrogênio em forma líquida (mantido em tanques criogênicos a uma temperatura de – 180 ° C) é vaporizado e injetado no duto, promovendo a sua secagem.

Fonte: Da Redação
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