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Opinião

Walfrido Avila, CEO da primeira operadora do Mercado Livre de Energia fala sobre a privatização da Eletrobras

02/10/2017 | 09h31

Para Walfrido, o governo não deve realizar uma privatização para defender os próprios interesses, mas colocar o mercado em primeiro lugar. “Por isso defendo uma privatização da Eletrobras desmembrada, que quebre monopólios, traga para o mercado um volume de novas empresas para fomentar a concorrência e nos colocar num patamar de modernidade e avanço com o resto do mundo”, defende o CEO. Walfrido Avila entende que a privatização da maior estatal do mercado energético do país é uma grande oportunidade de abertura e crescimento para o mercado nacional.

Walfrido defende, ainda que a privatização da Eletrobras é um passo importante para a abertura e o crescimento do mercado de energia no Brasil, mas segue comentando que “a privatização da Eletrobras deve ser feita de forma correta. Não é vendendo ações que o governo conseguirá um ganho de mercado, mas repartindo essa gigante no maior número de empresas possível e colocando todas elas sob o comando da administração privada. Não adianta destruir um monopólio estatal e criar um novo monopólio privado, o mercado continuará refém de uma situação de atraso”.

De acordo com o empresário, pioneiro no mercado de energia livre, “qualquer monopólio de infraestrutura prejudica a economia e o mercado brasileiro, porque gera concentração e excesso de poder. Não podemos correr o risco de ter uma empresa desse porte privatizada e recorrendo ao governo para editar leis, resoluções e portarias que beneficiem um grupo restrito. O mercado brasileiro deve seguir o exemplo do resto do mundo, onde os mercados mais evoluídos trabalham justamente ao contrário, pela quebra dos monopólios e pela desconcentração de mercados”. Walfrido lembra que a Eletrobras detém 40% do setor elétrico no país.

Sobre o mercado livre de energia, Walfrido não vê nenhum problema com a privatização da empresa, pelo contrário, ele enxerga uma excelente oportunidade de crescimento: “se o mercado de energia cresce no Brasil, o mercado da energia livre acompanha. Perceba que uma Eletrobras dividida em 100 empresas, nos traria 100 novas estruturas de administração e negócios dentro do Brasil. Um salto magnífico para a evolução que tanto trabalhamos para alcançar nesse setor”, finaliza.



Fonte: Redação/Assessoria
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