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Setor Naval

Victer diz que P-34 e PRA-1 podem ir para outros estados

19/05/2004 | 00h00

Durante o lançamento ao mar do PSV Superpesa XI, no estaleiro Mauá-Jurong, nesta quarta-feira (19/05), o secretário de energia, indústria naval e petróleo, Wagner Victer, disse ainda que haveria uma "manobra" em curso para que as plataformas P-34 e PRA-1 fossem retiradas dos estaleiros de Niterói para outros estados. "Hoje encomendas estão sendo desviadas de Niterói por motivos inexplicados e por alguns interesses. O sucesso de Niterói provoca muita cobiça e para tudo o que dá certo aparece quem queira cobrar a paternidade ou desviar o benefício conquistado", discursou Victer.
Segundo o Secretário, a P-34 estaria sendo levada para o Espírito Santo e a PRA-1 poderia ir para o Paraná ou Bahia. O Secretário ressaltou, no entanto, que ainda não há nada definitivo, mas que ele teria o papel de alertar sobre estas possibilidades, inclusive porque, segundo ele, os trabalhadores de Niterói correriam o risco de perder seus empregos.
O Secretário ainda afirmou que não acredita que a Petrobras venha a retirar suas encomendas de Niterói justamente porque o prefeito da cidade é da mesma base partidária do Governo Federal, o PT. "Seria um tiro no pé", resumiu.
O prefeito de Niterói, Godofredo Pinto, respondeu às declarações de Victer, informando que a prefeitura tem feito o possível para manter os investimentos na cidade e que quanto à PRA-1 ainda não há nenhuma definição final e que depende das resoluções da Petrobras e do resultado das licitações.
No caso da P-34, o Prefeito informou que teve acesso às ofertas dos estaleiros depois de abertos os envelopes e que o estaleiro do Espírito Santo ofereceu preço inferior ao estaleiro de Niterói. "A diferença foi de US$ 10 milhões, o estaleiro do Rio deu preço de US$ 98 milhões e o estaleiro capixaba ofereceu o serviço por US$ 88 milhões. A Petrobras nem pode favorecer assim um candidato, foi uma questão da licitação."
O secretário também anunciou que o Governo do Estado negociou com o Jurong para que fizesse a ampliação das instalações do estaleiro Mauá-Jurong para capacitá-lo para a construção grandes petroleiros, inclusive Suezmax. A Secretaria informou que os incentivos seriam a retirada do ICMS para obras de ampliação em estaleiros e a agilidade na legalização ambiental.



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