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Economia

Venezuela cadastrará empresas para incentivar exportações a países do Mercosul

26/07/2012 | 11h21

 

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse na quarta-feira (25) que o governo venezuelano vai abrir um cadastro público às empresas do país que queiram investir em exportações para os países do Mercosul. É uma das primeiras ações de Chávez antes da cerimônia que vai oficializar a incorporação da Venezuela no bloco, no próximo dia 31, em Brasília. A ideia, segundo ele, é exportar uma relação com mais de 230 itens da Venezuela para o Brasil, pelo menos. A solenidade que marcará a entrada da Venezuela no Mercosul ocorrerá no dia 31, em Brasília.
"Vamos elevar a economia venezuelana a um novo nível para incrementar nossa participação no mercado comum da região [Mercosul]", disse Chávez. O presidente acrescentou ainda que a adesão ao bloco não impõe à Venezuela orientações sobre sua política interna.
Chávez se reuniu na quarta, na sede do governo da Venezuela, em Caracas, com os representantes do Brasil, o subsecretário-geral de América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, Antonio Simões, e o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.
"Temos total liberdade para continuar com o controle cambial com Cadivi e mecanismos tais como a Aladi [Associação Latino-Americana de Integração] e muitos outros instrumentos”, ressaltou mecanismos", disse o presidente venezuelano.
Em tom emocionado, Chávez lembrou que a ideologia que move o Mercosul é a mesma que guiou o militar brasileiro José Inácio Abreu e Lima, que lutou na independência das colônias espanholas na América ao lado de Simón Bolívar.
"É a democracia como um projeto, como uma ideia que tem a ideologia como objetivo de concretização de uma proposta. Todos esses projetos têm o foco ideológico no quadro Sul-Sul da integração e do desenvolvimento social", ressaltou Chávez.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse na quarta-feira (25) que o governo venezuelano vai abrir um cadastro público às empresas do país que queiram investir em exportações para os países do Mercosul. É uma das primeiras ações de Chávez antes da cerimônia que vai oficializar a incorporação da Venezuela no bloco, no próximo dia 31, em Brasília. A ideia, segundo ele, é exportar uma relação com mais de 230 itens da Venezuela para o Brasil, pelo menos. A solenidade que marcará a entrada da Venezuela no Mercosul ocorrerá no dia 31, em Brasília.


"Vamos elevar a economia venezuelana a um novo nível para incrementar nossa participação no mercado comum da região [Mercosul]", disse Chávez. O presidente acrescentou ainda que a adesão ao bloco não impõe à Venezuela orientações sobre sua política interna.


Chávez se reuniu na quarta, na sede do governo da Venezuela, em Caracas, com os representantes do Brasil, o subsecretário-geral de América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, Antonio Simões, e o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.


"Temos total liberdade para continuar com o controle cambial com Cadivi e mecanismos tais como a Aladi [Associação Latino-Americana de Integração] e muitos outros instrumentos”, ressaltou mecanismos", disse o presidente venezuelano.


Em tom emocionado, Chávez lembrou que a ideologia que move o Mercosul é a mesma que guiou o militar brasileiro José Inácio Abreu e Lima, que lutou na independência das colônias espanholas na América ao lado de Simón Bolívar.


"É a democracia como um projeto, como uma ideia que tem a ideologia como objetivo de concretização de uma proposta. Todos esses projetos têm o foco ideológico no quadro Sul-Sul da integração e do desenvolvimento social", ressaltou Chávez.

 



Fonte: Agência Brasil
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