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Combustíveis

Venda mantém crescimento acima de 5%

28/08/2012 | 15h25

 

A venda de derivados líquidos de petróleo no segundo semestre de 2012 continua no mesmo ritmo da primeira metade do ano, quando cresceu pouco acima de 5%, disse nesta terça-feira (28) o presidente da Petrobras Distribuidora, José de Lima Neto.
"Estamos mantendo o ritmo... o mercado continua bom", declarou ele a jornalistas, antes de um seminário sobre ética nas empresas públicas, na sede do BNDES.
As vendas têm sido elevadas pela demanda por gasolina e QAV (querosene de aviação), em detrimento do mercado de etanol que enfrenta problemas de oferta e de preço.
Lima Neto destacou que nos próximos dois meses haverá uma demanda ainda mais forte por derivados líquidos.
"Começa o período de safra e há uma sazonalidade importante agora. A demanda por diesel tende a ser maior agora no segundo semestre", afirmou o presidente da Petrobras Distribuidora.
Apesar da manutenção do ritmo no começo do segundo semestre, Lima Neto evitou fazer previsões para o fechamento do mercado de derivados líquidos em 2012.
"Está cedo ainda para falar e é preciso aguardar mais um pouco o comportamento do mercado", destacou Lima Neto, em entrevista a jornalistas.
Para ele, é certo que o mercado de combustíveis mostra um descolamento do PIB, ou seja, um crescimento acima do ritmo da economia brasileira.

A venda de derivados líquidos de petróleo no segundo semestre de 2012 continua no mesmo ritmo da primeira metade do ano, quando cresceu pouco acima de 5%, disse nesta terça-feira (28) o presidente da Petrobras Distribuidora, José de Lima Neto.


"Estamos mantendo o ritmo... o mercado continua bom", declarou ele a jornalistas, antes de um seminário sobre ética nas empresas públicas, na sede do BNDES.


As vendas têm sido elevadas pela demanda por gasolina e QAV (querosene de aviação), em detrimento do mercado de etanol que enfrenta problemas de oferta e de preço.


Lima Neto destacou que nos próximos dois meses haverá uma demanda ainda mais forte por derivados líquidos.


"Começa o período de safra e há uma sazonalidade importante agora. A demanda por diesel tende a ser maior agora no segundo semestre", afirmou o presidente da Petrobras Distribuidora.


Apesar da manutenção do ritmo no começo do segundo semestre, Lima Neto evitou fazer previsões para o fechamento do mercado de derivados líquidos em 2012.


"Está cedo ainda para falar e é preciso aguardar mais um pouco o comportamento do mercado", destacou Lima Neto, em entrevista a jornalistas.


Para ele, é certo que o mercado de combustíveis mostra um descolamento do PIB, ou seja, um crescimento acima do ritmo da economia brasileira.

 



Fonte: Agência Reuters
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