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Petrobras

Venda de derivados cresce após três anos

13/09/2004 | 00h00

A retomada da economia brasileira já foi sentida na Petrobras, onde as vendas de combustíveis apresentavam aumento médio de 2,8% no primeiro semestre deste ano. Até junho, as vendas de gasolina aumentaram 2,3 %; enquanto o consumo de diesel aumentou 6,1%; o querosene de aviação (Qav) teve acréscimo de 3,5%. Já as vendas de nafta aumentaram 1,4%; de GLP, 2,4% ; e as de gás natural cresceram 13,7% entre janeiro e junho.
O único que apresenta queda é o óleo combustível, cujas vendas encolheram 7,5% no primeiro semestre. Os dados desagregados foram apresentados pelo novo diretor da área de Abastecimento, Refino e Comercialização da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que assumiu o cargo há quatro meses. E mostram uma reversão do comportamento do mercado, que vinha em queda nos últimos três anos. Em 2001 as vendas caíram 1%. A situação foi pior em 2002, com queda de 5%, e se agravou em 2003, quando a média de venda caiu 6,2%.
O diretor, que está há 28 anos na Petrobras, atribuiu uma parte desse resultado ao novo fôlego da economia, mas em sua avaliação a melhora também foi impulsionada pelo fato de a estatal não estar repassando de forma compulsória e automática o aumento dos preços no mercado internacional. Ele citou o sobe e desce das cotações do petróleo nas bolsas de Londres e de Nova York na última semana - onde o WTI começou cotado a US$ 49 e fechou a semana a US$ 42,81 - como mais uma razão para que a companhia não repasse essa volatilidade.
"Quando acharmos que o patamar (de preços) mudou, a diretoria vai aumentar o preço. O importante é ter um preço que remunere a empresa e aumente a demanda", avalia Costa.



Fonte: Valor Econômico
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