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Negócios

Vanbras fecha nova encomenda para plataforma do pré-sal

24/05/2013 | 11h38

 

A Vanbras Tecnologia e Processos, associação da fábrica de equipamentos brasileira EBSE (grupo MPE) com a empresa de tecnologia holandesa Frames (50%/50%), assinou com o consórcio MGT (DM Construtora e TKK Engenharia) contrato de R$ 200 milhões para fornecer as unidades de desumidificação de gás de seis das oito plataformas chamadas replicantes (projeto único) que estão sendo construídas para operar na área do pré-sal. O presidente da EBSE, Carlos Maurício de Paula Barros, disse que a Vanbras, criada em dezembro, nasceu para atender as regras de conteúdo nacional.
É o segundo contrato da empresa e o segundo para as replicantes. O primeiro, de R$ 40 milhões, foi assinado com o consórcio formado pelas empresas Tomé e Ferrostal para a construção das unidades de tratamento de água das mesmas plataformas.
Embora admita que sem a imposição de conteúdo mínimo de produtos nacionais nos contratos da Petrobras a parceria com a Frames não se teria concretizado, Barros disse que para as empresas brasileiras o ideal no médio e longo prazos é que não seja mais feita essa exigência. "Na medida em que as brasileiras não queiram inventar a roda e busquem incorporar o que de melhor já existe para criar a partir daí, vamos fazer [os equipamentos] tão bem ou melhor [do que os estrangeiros]", afirmou.
Antes de ser criada a Vanbras, a Frames era a fornecedora de tecnologia para os equipamentos fabricados pela EBSE. De acordo com o executivo, o acordo de parceria prevê que em três anos a Frames vai transferir a tecnologia de fabricação dos equipamentos para a sócia brasileira.
Marcelo Bonilha, diretor superintendente da EBSE, disse que com a parceria a empresa deixa de ser só uma fabricante de equipamentos e tubos sob encomenda para ser uma empresa com tecnologia para vender o pacote completo, incluindo engenharia de detalhamento, fabricação e gerenciamento do projeto. "Estávamos iguais aos concorrentes: uma empresa industrial contratada por um epecista (gerenciador do projeto geral) ou pela Petrobras que precisava subcontratar uma empresa estrangeira de tecnologia".
Por enquanto, a própria EBSE fabricará os equipamentos contratados, mas não está descartada a possibilidade de a Vanbras vir a ter uma unidade no futuro. Barros disse que os novos contratos irão motivar a ampliação progressiva da força de trabalho da EBSE em de 30% a 40%. A fábrica, no bairro de Santíssimo (zona oeste do Rio), tem cerca de mil empregados. Além disso, a Vanbras vai precisar ir ao mercado para contratar engenheiros especializados, escassos no mercado brasileiro atual.
Nos últimos sete anos a EBSE, nascida em 1913 como Empresa Brasileira de Solda Elétrica, especializou-se na fabricação de separadores (equipamentos para separar o óleo e o gás da água e da areia) e tratadores de produtos para plataformas offshore, além da fabricação de tubos com várias especificações. Ela fez separadores para dez unidades e tratadores para três. A empresa ampliou a receita nos últimos anos, de R$ 110 milhões em 2010 para R$ 170 milhões, em 2011. Em 2012 foi de R$ 320 milhões. Para este ano, a estimativa é de alta mais modesta, com a receita ficando entre R$ 340 milhões e R$ 350 milhões.
Embora as plataformas apelidadas de replicantes sejam oito, a Petrobras só encomendou até agora os equipamentos para seis. Segundo especialistas, a estatal quer primeiro saber como se comporta a produção nos campos do pré-sal antes de efetivar as outras duas. Os cascos das plataformas estão sendo construídos no estaleiro Ecovix, da Engevix, em Rio Grande (RS).

A Vanbras Tecnologia e Processos, associação da fábrica de equipamentos brasileira EBSE (grupo MPE) com a empresa de tecnologia holandesa Frames (50%/50%), assinou com o consórcio MGT (DM Construtora e TKK Engenharia) contrato de R$ 200 milhões para fornecer as unidades de desumidificação de gás de seis das oito plataformas chamadas replicantes (projeto único) que estão sendo construídas para operar na área do pré-sal. O presidente da EBSE, Carlos Maurício de Paula Barros, disse que a Vanbras, criada em dezembro, nasceu para atender as regras de conteúdo nacional.


É o segundo contrato da empresa e o segundo para as replicantes. O primeiro, de R$ 40 milhões, foi assinado com o consórcio formado pelas empresas Tomé e Ferrostal para a construção das unidades de tratamento de água das mesmas plataformas.


Embora admita que sem a imposição de conteúdo mínimo de produtos nacionais nos contratos da Petrobras a parceria com a Frames não se teria concretizado, Barros disse que para as empresas brasileiras o ideal no médio e longo prazos é que não seja mais feita essa exigência. "Na medida em que as brasileiras não queiram inventar a roda e busquem incorporar o que de melhor já existe para criar a partir daí, vamos fazer [os equipamentos] tão bem ou melhor [do que os estrangeiros]", afirmou.


Antes de ser criada a Vanbras, a Frames era a fornecedora de tecnologia para os equipamentos fabricados pela EBSE. De acordo com o executivo, o acordo de parceria prevê que em três anos a Frames vai transferir a tecnologia de fabricação dos equipamentos para a sócia brasileira.


Marcelo Bonilha, diretor superintendente da EBSE, disse que com a parceria a empresa deixa de ser só uma fabricante de equipamentos e tubos sob encomenda para ser uma empresa com tecnologia para vender o pacote completo, incluindo engenharia de detalhamento, fabricação e gerenciamento do projeto. "Estávamos iguais aos concorrentes: uma empresa industrial contratada por um epecista (gerenciador do projeto geral) ou pela Petrobras que precisava subcontratar uma empresa estrangeira de tecnologia".


Por enquanto, a própria EBSE fabricará os equipamentos contratados, mas não está descartada a possibilidade de a Vanbras vir a ter uma unidade no futuro. Barros disse que os novos contratos irão motivar a ampliação progressiva da força de trabalho da EBSE em de 30% a 40%. A fábrica, no bairro de Santíssimo (zona oeste do Rio), tem cerca de mil empregados. Além disso, a Vanbras vai precisar ir ao mercado para contratar engenheiros especializados, escassos no mercado brasileiro atual.


Nos últimos sete anos a EBSE, nascida em 1913 como Empresa Brasileira de Solda Elétrica, especializou-se na fabricação de separadores (equipamentos para separar o óleo e o gás da água e da areia) e tratadores de produtos para plataformas offshore, além da fabricação de tubos com várias especificações. Ela fez separadores para dez unidades e tratadores para três. A empresa ampliou a receita nos últimos anos, de R$ 110 milhões em 2010 para R$ 170 milhões, em 2011. Em 2012 foi de R$ 320 milhões. Para este ano, a estimativa é de alta mais modesta, com a receita ficando entre R$ 340 milhões e R$ 350 milhões.


Embora as plataformas apelidadas de replicantes sejam oito, a Petrobras só encomendou até agora os equipamentos para seis. Segundo especialistas, a estatal quer primeiro saber como se comporta a produção nos campos do pré-sal antes de efetivar as outras duas. Os cascos das plataformas estão sendo construídos no estaleiro Ecovix, da Engevix, em Rio Grande (RS).



Fonte: Valor Econômico
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