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Tecnologia

Valtra lançará motor movido a biodiesel

05/11/2008 | 03h42

Após cerca de 4 mil horas de teste, a Valtra, pioneira no mercado de motores movidos a biodiesel, anunciou que os motores movidos com B-100 (100% de biodiesel de soja) reagiram de maneira positiva aos testes em condições normais de trabalho e a expectativa é que os produtores tenham a partir do próximo ano a tecnologia disponível para uso diário. Segundo informações da empresa, todos os modelos da marca estarão aptos a utilizar o combustível vegetal, desde que passem por uma adaptação com instalação de um filtro sedimentador antes da bomba de combustível parar e ter as impurezas do óleo vegetal.

 

Jak Toretta Júnior, gerente de Produto e Exportação da Valtra, explica que o custo para instalação da peça varia entre R$ 100 e R$ 170. Colocamos motores movidos com óleo de mamona, que é considerado o mais agressivo ao motor, e óleo de soja. Os resultados foram muito positivos, disse. Segundo ele, a potência, torque (força) e consumo se mantiveram praticamente nos mesmos níveis. Ele explica que o combustível deve ser regularizado pela ANP.

 

Apesar de os preços dos combustíveis vegetais não serem muito atrativos,os produtores poderão contar com mais um instrumento de produção sustentável no campo, destaca Júnior. Ele revela que dependendo da aplicação do equipamento, o consumo do biodiesel pode ser até 10% superior na comparação como diesel convencional. O consumo médio de um trator convencional é de 20 litros por hora, dependendo da lavoura.

 

Os testes foram realizados em uma usina em Catanduva e contou coma colaboração de indústria como a Delphi, fabricante de injeção, e da Texaco, que forneceu os lubrificantes para o motor. Os motores terão garantia original de fábrica e não demandará custo algum por parte do produtor além da bomba, explica o gerente. A empresa já contava com o B-20 (20% de biodiesel e 80% de diesel no tanque) desde maio de 2007.Em dezembro,a montadora deverá desmontar os componentes para avaliar o desgaste das peças. 



Fonte: Gazeta Mercantil
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