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Financiamento

Valor médio corrigido do desembolso da Finep cresce 400% desde 2000

01/02/2013 | 16h48

 

O valor médio corrigido (IGP-DI-Preços-Dez/2012) do desembolso da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) cresceu 400% de 2000 até 31 de dezembro de 2012, atingindo R$ 3,6 bilhões anuais (2010-2012). É o que revela um estudo produzido pelo Departamento de Gestão da Informação da instituição. Se computado o valor corrente, ou seja, exatamente os valores da época de registro, o salto foi de 865% em 12 anos.
“Os números mostram, sobretudo, o crescimento do desembolso na área de crédito que, praticamente, dobrou de 2008 pra cá, chegando a R$ 1,76 bi em 2012”, afirma Rodrigo Fonseca, chefe de gabinete da Finep. Das empresas contratadas no ano passado, 50% nunca tinham feito contratos com a Finep antes. Estes dados mostram que a Finep tem ampliado tanto o volume de recursos, como a quantidade de empresas apoiadas.
Para novas operações de crédito em 2013, a financiadora vai oferecer recursos de R$ 8 bilhões para contratações e espera desembolsar mais de R$ 5 bilhões, de acordo com as novas políticas do governo.
Esses recursos vêm de diversas fontes de captação, como o PSI (Plano de Sustentação do Investimento), com cerca de R$ 4 bilhões. Compõem ainda o orçamento recursos próprios, além de outros vindos do FAT, Funttel e FNDCT.
Os projetos de inovação, financiados com recursos do PSI, serão contratados com taxas de juros de 3,5%, consideradas as menores do mercado. O prazo para pagamento é de até 10 anos com quatro de carência.
Com isso, a Finep dobrou de R$ 3 bilhões para R$ 6 bilhões o limite de concessão de crédito com taxas de juros subsidiados. “O compromisso da Finep é ampliar a oferta de recursos e até correr riscos junto com as empresas dispostas a inovar”, afirma o diretor de administração e finanças da Finep, Fernando Ribeiro.

O valor médio corrigido (IGP-DI-Preços-Dez/2012) do desembolso da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) cresceu 400% de 2000 até 31 de dezembro de 2012, atingindo R$ 3,6 bilhões anuais (2010-2012). É o que revela um estudo produzido pelo Departamento de Gestão da Informação da instituição. Se computado o valor corrente, ou seja, exatamente os valores da época de registro, o salto foi de 865% em 12 anos.


“Os números mostram, sobretudo, o crescimento do desembolso na área de crédito que, praticamente, dobrou de 2008 pra cá, chegando a R$ 1,76 bi em 2012”, afirma Rodrigo Fonseca, chefe de gabinete da Finep. Das empresas contratadas no ano passado, 50% nunca tinham feito contratos com a Finep antes. Estes dados mostram que a Finep tem ampliado tanto o volume de recursos, como a quantidade de empresas apoiadas.


Para novas operações de crédito em 2013, a financiadora vai oferecer recursos de R$ 8 bilhões para contratações e espera desembolsar mais de R$ 5 bilhões, de acordo com as novas políticas do governo.


Esses recursos vêm de diversas fontes de captação, como o PSI (Plano de Sustentação do Investimento), com cerca de R$ 4 bilhões. Compõem ainda o orçamento recursos próprios, além de outros vindos do FAT, Funttel e FNDCT.


Os projetos de inovação, financiados com recursos do PSI, serão contratados com taxas de juros de 3,5%, consideradas as menores do mercado. O prazo para pagamento é de até 10 anos com quatro de carência.


Com isso, a Finep dobrou de R$ 3 bilhões para R$ 6 bilhões o limite de concessão de crédito com taxas de juros subsidiados. “O compromisso da Finep é ampliar a oferta de recursos e até correr riscos junto com as empresas dispostas a inovar”, afirma o diretor de administração e finanças da Finep, Fernando Ribeiro.

 



Fonte: Redação / Agência
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