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Produção

Vale e Shell fazem parceria em gás

13/09/2007 | 00h00

A grande dependência de energia para o desenvolvimento de seus projetos levou a Companhia Vale do Rio Doce a assinar memorando de entendimento com a anglo-holandesa Shell para a exploração de gás no Brasil e no exterior. De acordo com comunicado divulgado pela mineradora, o acordo foi firmado com o objetivo de analisar oportunidades e desenvolver projetos para satisfazer suas necessidades de consumo de energia.

A escassez de energia tem sido um dos principais obstáculos para a expansão de alguns projetos da Vale, em especial no Norte do País. No segmento de produção de alumínio, por exemplo, as dificuldades no suprimento de energia tem forçado a empresa a fabricar no Brasil apenas a alumina.

O alumínio tem sido processado em parcerias fechadas no exterior. Para contornar o problema, a empresa está buscando a diversificação e otimização de sua matriz energética com maior utilização do carvão térmico, combustíveis renováveis e gás natural.

O memorando de entendimentos compreende a possibilidade de participação em blocos de exploração na Bacia do Espírito Santo - onde a Shell já atua -, sempre com o objetivo de atender as necessidades de consumo próprio de energia da CVRD. Ao mesmo tempo, a Vale informou estar avaliando oportunidades de aquisição de áreas já concedidas para exploração de gás natural e se habilitando para participar da próxima rodada de licitação de áreas para exploração de hidrocarbonetos a ser promovida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

De acordo com o presidente da Shell Brasil, Vasco Dias, a empresa está muito satisfeita com essa parceria com a Vale. "Essa iniciativa enfatiza o nosso compromisso de longo prazo com o Brasil e fortalece o nosso relacionamento com grandes empresas brasileiras como a CVRD", disse.

O portfólio de exploração da Shell inclui participações em 13 blocos de exploração nas principais bacias sedimentares brasileiras - Campos, Santos e Espírito Santo -, além da operação do ativo de produção nos campos de Bijupirá e Salema (Bacia de Campos) e o desenvolvimento dos campos descobertos BC-10 (na mesma bacia) e BS-4 (na Bacia de Santos). A grande aposta está justamente no BC-10, onde a empresa já comunicou a identificação de gás.

 



Fonte: Jornal do Commercio
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