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Bicombustíveis

Vale e Petrobras Biocombustível estudam parceria

14/08/2012 | 15h06
Vale e Petrobras Biocombustível estudam parceria
Viveiro de mudas de palma. Agência Petrobras Viveiro de mudas de palma. Agência Petrobras

 

Petrobras e Vale estudam a possibilidade de uma parceria para a produção de óleo de palma e biodiesel no Pará. Nesta terça-feira (14), o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, visitou uma planta de extração de óleo de palma da Vale, a convite do diretor global de Energia da mineradora, João Coral, no município de Moju.
O projeto prevê a produção de biodiesel B20 (20% de óleo de palma) para atender a suas operações no Brasil a partir de 2015. Atualmente conta com áreas de plantio e uma extratora com capacidade de produzir 25 ton/hora de óleo. A mineradora vai construir mais uma planta extratora e uma usina de biodiesel no estado.
A área de biocombustível da estatal também implementa uma usina de biodiesel no Pará. O empreendimento, definido no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, terá capacidade de produzir 230 milhões de litros do combustível por ano, para atender à região Norte.
Vale e Petrobras assinaram, em abril deste ano, protocolo de Intenções que trata de projetos conjuntos em andamento nas áreas de potássio, fertilizantes nitrogenados, termelétrica, ativos de petróleo, gás e de biodiesel, além de logística. O protocolo tem como objetivo estudar a viabilidade técnico-econômica dos projetos de interesse comum entre o Sistema Petrobras e a Vale.
Desenvolvimento socioeconômico
O Pará é o maior produtor de óleo de palma do Brasil, com atividades que correspondem a 95% da produção nacional. O óleo pode ser usado em diversos setores como cosméticos, produtos farmacêuticos, lubrificantes e alimentos. Segundo a Vale, para o uso de biocombustível, está comprovado que a palma tem a melhor produtividade (tonelada por hectare) entre as oleaginosas. A soja, principal matéria-prima do biodiesel brasileiro, tem produtividade dez vezes menor que a palma e é mais intensiva no uso da terra, explicou a Vale.

Petrobras e Vale estudam a possibilidade de uma parceria para a produção de óleo de palma e biodiesel no Pará. Nesta terça-feira (14), o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, visitou uma planta de extração de óleo de palma da Vale, a convite do diretor global de Energia da mineradora, João Coral, no município de Moju.


O projeto prevê a produção de biodiesel B20 (20% de óleo de palma) para atender a suas operações no Brasil a partir de 2015. Atualmente conta com áreas de plantio e uma extratora com capacidade de produzir 25 ton/hora de óleo. A mineradora vai construir mais uma planta extratora e uma usina de biodiesel no estado.


A área de biocombustível da estatal também implementa uma usina de biodiesel no Pará. O empreendimento, definido no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, terá capacidade de produzir 230 milhões de litros do combustível por ano, para atender à região Norte.


Vale e Petrobras assinaram, em abril deste ano, protocolo de Intenções que trata de projetos conjuntos em andamento nas áreas de potássio, fertilizantes nitrogenados, termelétrica, ativos de petróleo, gás e de biodiesel, além de logística. O protocolo tem como objetivo estudar a viabilidade técnico-econômica dos projetos de interesse comum entre o Sistema Petrobras e a Vale.



Desenvolvimento socioeconômico


O Pará é o maior produtor de óleo de palma do Brasil, com atividades que correspondem a 95% da produção nacional. O óleo pode ser usado em diversos setores como cosméticos, produtos farmacêuticos, lubrificantes e alimentos. Segundo a Vale, para o uso de biocombustível, está comprovado que a palma tem a melhor produtividade (tonelada por hectare) entre as oleaginosas.

 

A soja, principal matéria-prima do biodiesel brasileiro, tem produtividade dez vezes menor que a palma e é mais intensiva no uso da terra, explicou a Vale.

 



Fonte: Agência Petrobras
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