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Energia

Uso de térmicas no NE tem custo adicional

13/09/2013 | 09h30

 

O acionamento de usinas termelétricas a óleo e a gás para dar suporte ao Nordeste trará, apenas em setembro, custos adicionais de R$ 200 milhões para os consumidores. Hermes Chipp, diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), prevê que essas usinas permaneçam ligadas pelo menos até o fim deste mês.
O acionamento dessas térmicas foi definido na semana passada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), depois do apagão do Nordeste, ocorrido no fim do mês passado. Segundo Chipp, não se sabe ainda se as térmicas permanecerão ligadas em outubro. Essa decisão vai depender das condições climáticas.
O apagão do Nordeste trouxe à tona a discussão sobre um possível reforço que poderia ser feito nas redes de transmissão para evitar apagões. Chipp voltou a defender a adoção do sistema de contingência dupla (o chamado N-2), no Nordeste, depois que for adotado em Brasília. O N-2 é possível por meio de abastecimento feito com três linhas. Caso duas linhas falhem, a carga elétrica continua a abastecer a região.
Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), disse que o sistema pode trazer custos extras e, por isso, é possível avaliar se é mesmo necessário. "Quanto mais redundância tiver, mais seguro é. Mas a gente paga", afirmou.

O acionamento de usinas termelétricas a óleo e a gás para dar suporte ao Nordeste trará, apenas em setembro, custos adicionais de R$ 200 milhões para os consumidores. Hermes Chipp, diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), prevê que essas usinas permaneçam ligadas pelo menos até o fim deste mês.


O acionamento dessas térmicas foi definido na semana passada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), depois do apagão do Nordeste, ocorrido no fim do mês passado. Segundo Chipp, não se sabe ainda se as térmicas permanecerão ligadas em outubro. Essa decisão vai depender das condições climáticas.


O apagão do Nordeste trouxe à tona a discussão sobre um possível reforço que poderia ser feito nas redes de transmissão para evitar apagões. Chipp voltou a defender a adoção do sistema de contingência dupla (o chamado N-2), no Nordeste, depois que for adotado em Brasília. O N-2 é possível por meio de abastecimento feito com três linhas. Caso duas linhas falhem, a carga elétrica continua a abastecer a região.


Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), disse que o sistema pode trazer custos extras e, por isso, é possível avaliar se é mesmo necessário. "Quanto mais redundância tiver, mais seguro é. Mas a gente paga", afirmou.

 



Fonte: Valor Econômico
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