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MME

Usinas já programam importação de etanol

22/07/2011 | 09h47
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que as usinas brasileiras já têm programada a importação de 200 milhões de litros de etanol. O número é resultado da avaliação quinzenal que vem sendo feita sobre oferta, demanda e estoques de etanol no país.
 

Segundo Lobão, que participou ontem de inauguração de usina da multinacional Bunge em Pedro Afonso (TO), até agora já entraram no país 400 milhões de litros de etanol. "A preocupação é de que o mercado de etanol permaneça abastecido. O desabastecimento não ocorrerá", garantiu o ministro.
 

As reuniões de monitoramento de estoques começaram já no pico de safra da cana-de-açúcar, quando o normal seria que ocorressem um pouco antes do início da entressafra. Ontem, técnicos do Ministério de Minas e Energia, representantes dos produtores e distribuidores de etanol realizaram mais um encontro para discutir o abastecimento.
 

O presidente da União da Indústria de Cana-de- Açúcar (Unica), Marcos Jank, encontrou-se com o ministro durante a inauguração da usina. Na conversa, Jank entregou um documento mostrando o aumento da produção de etanol anidro - que é misturado à gasolina - no Centro-Sul. Até 1º de julho, a produção de anidro subiu 11,7% frente a igual período de 2010, para 2,5 bilhões de litros. "Até 15 de julho, esse desempenho de produção continuou crescendo", disse o presidente da Unica.
 

A redução do percentual de mistura de etanol na gasolina, dos atuais 25% para até 18%, ainda é uma possibilidade que vem sendo considerada, segundo o ministro. Mas outras medidas para apoiar a produção de etanol vêm sendo tomadas, segundo ele. Entre elas, o financiamento da safra. "A linha de crédito do BNDES para formação de estoque de etanol também deve ser lançada em breve", disse Lobão.
 

No início do mês, a Unica revisou sua estimativa para a safra de cana no Centro-Sul para 533,5 milhões de toneladas, 6,16% abaixo de igual período do ciclo passado.
 

A usina inaugurada ontem pela Bunge, em Pedro Afonso, tem capacidade industrial para moer 2,5 milhões de toneladas de cana por ano, mas começará processando nesta safra 1,5 milhão de toneladas. A Bunge investiu R$ 600 milhões no projeto.



Fonte: Valor Econômico
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