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Energia Eólica

Usinas eólicas dobram produção de energia elétrica no primeiro semestre de 2015

31/08/2015 | 14h28
Usinas eólicas dobram produção de energia elétrica no primeiro semestre de 2015
Divulgação Divulgação

 

As usinas eólicas brasileiras aumentaram em 114% a produção de energia no primeiro semestre de 2015, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração média nos seis primeiros meses deste ano foi de 1.831 MW médios frente aos 856 MW médios alcançados no mesmo período do ano anterior.
O Rio Grande do Norte segue como principal produtor de energia elétrica por fonte eólica no país. No primeiro semestre de 2015, as usinas eólicas potiguares geraram 642 MW médios de energia, montante 142% maior do que o produzido nos seis primeiros meses do ano passado. Na sequência, aparece a Bahia, que quase triplicou sua geração eólica, com 391 MW médios (+283%), o Ceará com 363 MW médios (+48%) e o Rio Grande do Sul com 288 MW médios, aumento de 91% em relação ao montante gerado no mesmo período de 2014.
A geração eólica também ganhou mais representatividade na matriz energética brasileira neste primeiro semestre. No fim de junho do ano passado, a fonte era responsável por 1,4% do total gerado de energia no ano no Sistema Interligado Nacional – SIN. Atualmente, ela representa 3% de toda a energia produzida no SIN no ano 2015.
A capacidade instalada de usinas eólicas no Brasil chegou a 6.183 MW ao final do primeiro semestre de 2015, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado, quando a capacidade era de 3.106 MW. Atualmente o Rio Grande do Norte segue na liderança em capacidade instalada da fonte, com 2.243 MW, seguido por Ceará (1.233 MW), Rio Grande do Sul (1.300 MW) e Bahia (959 MW).
De janeiro a julho de 2015 entraram em operação cerca de 1.437 MW de usinas eólicas, e ainda estão previstos cerca de 1.636 MW até o final do ano. Para o ano 2016 já estão previstos cerca de 3.100 MW e para 2017 cerca de 1.985 MW, contribuindo para ampliação da fonte eólica e a diversificação da matriz de energia elétrica brasileira.

As usinas eólicas brasileiras aumentaram em 114% a produção de energia no primeiro semestre de 2015, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a geração média nos seis primeiros meses deste ano foi de 1.831 MW médios frente aos 856 MW médios alcançados no mesmo período do ano anterior.

O Rio Grande do Norte segue como principal produtor de energia elétrica por fonte eólica no país. No primeiro semestre de 2015, as usinas eólicas potiguares geraram 642 MW médios de energia, montante 142% maior do que o produzido nos seis primeiros meses do ano passado. Na sequência, aparece a Bahia, que quase triplicou sua geração eólica, com 391 MW médios (+283%), o Ceará com 363 MW médios (+48%) e o Rio Grande do Sul com 288 MW médios, aumento de 91% em relação ao montante gerado no mesmo período de 2014.

A geração eólica também ganhou mais representatividade na matriz energética brasileira neste primeiro semestre. No fim de junho do ano passado, a fonte era responsável por 1,4% do total gerado de energia no ano no Sistema Interligado Nacional – SIN. Atualmente, ela representa 3% de toda a energia produzida no SIN no ano 2015.

A capacidade instalada de usinas eólicas no Brasil chegou a 6.183 MW ao final do primeiro semestre de 2015, quase o dobro em relação ao mesmo período do ano passado, quando a capacidade era de 3.106 MW. Atualmente o Rio Grande do Norte segue na liderança em capacidade instalada da fonte, com 2.243 MW, seguido por Ceará (1.233 MW), Rio Grande do Sul (1.300 MW) e Bahia (959 MW).

De janeiro a julho de 2015 entraram em operação cerca de 1.437 MW de usinas eólicas, e ainda estão previstos cerca de 1.636 MW até o final do ano. Para o ano 2016 já estão previstos cerca de 3.100 MW e para 2017 cerca de 1.985 MW, contribuindo para ampliação da fonte eólica e a diversificação da matriz de energia elétrica brasileira.

 



Fonte: MME
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