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Petrobras

Usina transforma resíduos pesados do refino em produtos de valor agregado

13/08/2014 | 09h09
Usina transforma resíduos pesados do refino em produtos de valor agregado
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

Em junho de 2014, as Unidades de Coqueamento Retardado (UCRs) da Petrobras alcançaram o processamento de 42 mil metros cúbicos por dia de resíduos, o equivalente a 264 mil barris por dia (bpd). 
Essas unidades se destinam a transformar resíduos pesados do refino em outros produtos de maior valor agregado. 
Cerca de 70% da carga processada nestas unidades é convertida em diesel, nafta e GLP e 30% em coque de petróleo, de valor comercial maior do que o resíduo de origem.
Se os resíduos pesados não fossem convertidos nessas unidades, eles teriam que ser comercializados como óleo combustível, produto usado em fornos, caldeiras e cimenteiras, por exemplo. 
Mas, para isso, seria adicionado até 30% de diluentes na faixa de diesel diminuindo assim a oferta de diesel no mercado e, por outro lado, criando mais excedente de óleo combustível, de menor atratividade comercial. 
A demanda por óleo combustível pelo mercado vem caindo em função do uso de alternativas como o gás natural, bagaço de cana e outros, inclusive o coque de petróleo.
As UCRs são também chamadas de Unidades de Craqueamento de Resíduo, compondo com as Unidades de Vácuo, Craqueamento Catalítico e Desasfaltação o conjunto que permite que a partir de petróleos nacionais seja possível oferecer ao mercado produtos no perfil desejado.
A Petrobras passou a estudar a construção desse tipo de unidade (veja ilustração aqui) em 1960, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), para produzir coque especial utilizado na produção de eletrodo para a indústria de alumínio. 
Aproveitava o resíduo do petróleo baiano, especial por praticamente não conter metais e enxofre. Depois, com a crise do petróleo de 1980, derrubando o mercado mundial e nacional de óleo combustível, essas unidades começaram a ser construídas em série com outra finalidade – garantir o suprimento nacional de óleo diesel e diminuir a produção de óleo combustível.
Hoje, as refinarias da Petrobras contam com nove UCRs (veja tabela aqui), com capacidade total de 42 mil m3/dia de conversão de resíduos, capazes de produzir em torno de 20 mil m3/dia de diesel (125.800 bpd), 5 mil m3/dia de gasolina (31.450 bpd), 3 mil ton/dia de gás liquefeito de petróleo (GLP) e 13 mil ton/dia de coque de petróleo (sólido).
O coque produzido é utilizado in natura na fabricação de eletrodos para a produção de alumínio, em cimenteiras, siderúrgicas, metalúrgicas, substituindo outras formas de energia como óleo combustível, gás natural, coque importado, lenha e carvão vegetal, ou é exportado. 
Os produtos líquidos e gasosos das UCRs são tratados e misturados a outras correntes, resultando nos produtos já mencionados.
As unidades de coque da Petrobras, em conjunto com as unidades de hidrotratamento, são sistemas cruciais para o processamento de óleos pesados nacionais, e sua introdução no nosso parque de refino alterou definitivamente a limitação antes existente e sempre traduzida como: “refinarias da Petrobras foram projetadas para óleos leves”. 
Assim, essas unidades permitiram progressivamente que as refinarias nacionais refinassem os petróleos pesados nacionais, cuja oferta foi crescente desde 1980, a partir da extração nos campos da Bacia de Campos. Com a próxima entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com três UCRs capazes de transformar todos os seus resíduos, completa-se o ciclo de adaptação da Petrobras para operar com óleos pesados.

Em junho de 2014, as Unidades de Coqueamento Retardado (UCRs) da Petrobras alcançaram o processamento de 42 mil metros cúbicos por dia de resíduos, o equivalente a 264 mil barris por dia (bpd). 

Essas unidades se destinam a transformar resíduos pesados do refino em outros produtos de maior valor agregado. 

Cerca de 70% da carga processada nestas unidades é convertida em diesel, nafta e GLP e 30% em coque de petróleo, de valor comercial maior do que o resíduo de origem.

Se os resíduos pesados não fossem convertidos nessas unidades, eles teriam que ser comercializados como óleo combustível, produto usado em fornos, caldeiras e cimenteiras, por exemplo. 

Mas, para isso, seria adicionado até 30% de diluentes na faixa de diesel diminuindo assim a oferta de diesel no mercado e, por outro lado, criando mais excedente de óleo combustível, de menor atratividade comercial. 

A demanda por óleo combustível pelo mercado vem caindo em função do uso de alternativas como o gás natural, bagaço de cana e outros, inclusive o coque de petróleo.

As UCRs são também chamadas de Unidades de Craqueamento de Resíduo, compondo com as Unidades de Vácuo, Craqueamento Catalítico e Desasfaltação o conjunto que permite que a partir de petróleos nacionais seja possível oferecer ao mercado produtos no perfil desejado.

A Petrobras passou a estudar a construção desse tipo de unidade (veja ilustração aqui) em 1960, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), para produzir coque especial utilizado na produção de eletrodo para a indústria de alumínio. 

Aproveitava o resíduo do petróleo baiano, especial por praticamente não conter metais e enxofre.

Depois, com a crise do petróleo de 1980, derrubando o mercado mundial e nacional de óleo combustível, essas unidades começaram a ser construídas em série com outra finalidade – garantir o suprimento nacional de óleo diesel e diminuir a produção de óleo combustível.

Hoje, as refinarias da Petrobras contam com nove UCRs (veja tabela aqui), com capacidade total de 42 mil m3/dia de conversão de resíduos, capazes de produzir em torno de 20 mil m3/dia de diesel (125.800 bpd), 5 mil m3/dia de gasolina (31.450 bpd), 3 mil ton/dia de gás liquefeito de petróleo (GLP) e 13 mil ton/dia de coque de petróleo (sólido).

O coque produzido é utilizado in natura na fabricação de eletrodos para a produção de alumínio, em cimenteiras, siderúrgicas, metalúrgicas, substituindo outras formas de energia como óleo combustível, gás natural, coque importado, lenha e carvão vegetal, ou é exportado. 

Os produtos líquidos e gasosos das UCRs são tratados e misturados a outras correntes, resultando nos produtos já mencionados.

As unidades de coque da Petrobras, em conjunto com as unidades de hidrotratamento, são sistemas cruciais para o processamento de óleos pesados nacionais, e sua introdução no nosso parque de refino alterou definitivamente a limitação antes existente e sempre traduzida como: “refinarias da Petrobras foram projetadas para óleos leves”. 

Assim, essas unidades permitiram progressivamente que as refinarias nacionais refinassem os petróleos pesados nacionais, cuja oferta foi crescente desde 1980, a partir da extração nos campos da Bacia de Campos.

Com a próxima entrada em operação da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com três UCRs capazes de transformar todos os seus resíduos, completa-se o ciclo de adaptação da Petrobras para operar com óleos pesados.

 



Fonte: Agência Petrobras
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