Energia

Usina Pedro Afonso inicia produção e comercialização de bioeletricidade

Potência instalada é de 80MW.

Ascom Bunge Brasil
26/09/2013 11:44
Visualizações: 823

 

A partir desde mês, além de etanol, a Usina Pedro Afonso da Bunge Brasil, instalada em cidade do mesmo nome, no Tocantins, passa a produzir e comercializar bioeletricidade. O processo, chamado de cogeração, consiste na queima do bagaço da cana, o que gera vapor e, por sua vez, energia elétrica. O bagaço é um resíduo da produção de etanol, por isso, a energia gerada é 100% limpa. Uma parte dela será utilizada internamente para operar a usina, tornando-a autossuficiente, e o restante será disponibilizado ao sistema elétrico nacional.
A Usina Pedro Afonso tem potência instalada de 80MW, sendo 45MW a potência disponível para fornecimento ao sistema elétrico nacional. Por ano, a unidade poderá contribuir com até 230 mil MWh de bioeletricidade para o sistema. A Usina já comercializou toda essa energia por meio de contrato com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), firmado a partir de leilão público, para o fornecimento de 70.080 MWh em 2013 e 163.812 MWh/ano até o término do contrato em 2027, totalizando 2.363.448 MWh.
“Este montante é suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 320 mil habitantes por 15 anos”, destaca Ricardo Santos, vice-presidente de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil. O fornecimento dessa energia será feito através da rede de energia elétrica da Eletronorte, no Tocantins.
Atualmente, a Bunge gera internamente 63% da energia elétrica que consome em todas as suas unidades no país. Além da Usina Pedro Afonso, outras cinco usinas da Bunge Brasil já comercializam bioletricidade por meio da cogeração: Santa Juliana e Frutal (em Minas Gerais), Monteverde (no Mato Grosso do Sul), Ouroeste e Moema (em São Paulo).

A partir desde mês, além de etanol, a Usina Pedro Afonso da Bunge Brasil, instalada em cidade do mesmo nome, no Tocantins, passa a produzir e comercializar bioeletricidade. O processo, chamado de cogeração, consiste na queima do bagaço da cana, o que gera vapor e, por sua vez, energia elétrica. O bagaço é um resíduo da produção de etanol, por isso, a energia gerada é 100% limpa. Uma parte dela será utilizada internamente para operar a usina, tornando-a autossuficiente, e o restante será disponibilizado ao sistema elétrico nacional.


A Usina Pedro Afonso tem potência instalada de 80MW, sendo 45MW a potência disponível para fornecimento ao sistema elétrico nacional. Por ano, a unidade poderá contribuir com até 230 mil MWh de bioeletricidade para o sistema. A Usina já comercializou toda essa energia por meio de contrato com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), firmado a partir de leilão público, para o fornecimento de 70.080 MWh em 2013 e 163.812 MWh/ano até o término do contrato em 2027, totalizando 2.363.448 MWh.


“Este montante é suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 320 mil habitantes por 15 anos”, destaca Ricardo Santos, vice-presidente de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil. O fornecimento dessa energia será feito através da rede de energia elétrica da Eletronorte, no Tocantins.


Atualmente, a Bunge gera internamente 63% da energia elétrica que consome em todas as suas unidades no país. Além da Usina Pedro Afonso, outras cinco usinas da Bunge Brasil já comercializam bioletricidade por meio da cogeração: Santa Juliana e Frutal (em Minas Gerais), Monteverde (no Mato Grosso do Sul), Ouroeste e Moema (em São Paulo).

 

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