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Energia

Usina de ondas aguarda bomba para ser inaugurada

01/11/2011 | 10h02
A primeira usina de ondas do Brasil, originada de uma parceria entre o governo do estado do Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), poderá ter sua inauguração marcada ainda este ano. Montada e em teste no Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), no Porto do Pecém, ela está necessitando apenas da chegada de uma bomba d´água de um de seus braços, a qual é esperada para o fim deste mês, segundo o coordenador da área de energia da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), o engenheiro Renato Rolim. "A bomba funcionou e deu problema, então uma equipe da UFRJ está tratando de desenvolver um equipamento diferente, pois ela é o elemento principal da usina", explicou. Rolim afirmou que Eliab Ricarte Beserra, cearense e professor da universidade fluminense responsável pelo projeto, esteve no Ceará há cerca de 15 dias finalizando os acertos da nova bomba.

A última estimativa divulgada para o início da geração de energia do empreendimento foi em dezembro de 2010, quando foi anunciado para janeiro deste ano o funcionamento pleno. Na época, a câmara hiperbárica e o flutuador eram as últimas peças aguardadas. Atualmente, apenas a bomba d´água é esperada. Todos os braços e inclusive a estrutura (um prédio) com os equipamentos de medição já foram montados.


Piloto

Por ser um projeto piloto, será exigido da usina de ondas cearense um funcionamento de 12 a 18 meses de teste, para reconhecer o seu desempenho como geradora de energia. "É um protótipo de usina, com geração de 100 quilowatts hora (KWh), é uma coisa muito pequena", argumentou Renato Rolim sobre a capacidade instalada do empreendimento.


Utilização

Ao todo, a geração a partir das ondas cearenses poderá alimentar cerca de 40 a 50 casas populares, "dentro do projeto luz para todos", segundo afirmou o engenheiro da Seinfra. A principal dificuldade apontada por ele deve-se ao valor do investimento. Orçada em R$ 12 milhões - sendo R$ 1 milhão de contrapartida do Governo do Estado (em parceria com a UFC) e R$ 11 milhões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) -, a geração de watts ainda é inviável financeiramente. "Para se ter ideia, a fonte solar já é de difícil implantação, pelos custos excessivos, quiçá a energia da onda do mar, que não tem ninguém desenvolvendo, não tem ninguém estudando", justificou Rolim.

No entanto, apesar de pequena, Rolim destacou o pioneirismo do empreendimento: "na América do Sul toda, nós somos os únicos que estamos abrigando um projeto desta natureza".


Capacidade

Cerca de 50 casas poderão ser alimentadas com a geração de energia a partir das ondas cearenses. 


Fonte: Diário do Nordeste
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