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Uruguaiana

Usina da AES pode formar pólo térmico

28/08/2008 | 05h17

Os problemas enfrentados pela usina AES Uruguaiana com as interrupções do fornecimento de gás natural argentino podem significar novos investimentos em termeletricidade no Rio Grande do Sul. Isso porque uma das hipóteses para solucionar a questão é o deslocamento da unidade, seguido da formação de um novo pólo de geração de energia, com o acréscimo de outras térmicas.

 

Essa foi uma das idéias levantadas ontem (27), em Brasília, durante reunião de políticos gaúchos com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O deputado estadual Frederico Antunes (PP) explica que existe a chance de a térmica de Uruguaiana ser transferida para um local próximo à usina de Canoas, a Sepé Tiaraju.

 

Os dois complexos, somados a outro a ser construído pela Petrobras na região, justificariam a implantação de um terminal de gás natural liquefeito (GNL) em Tramandaí, por parte da estatal, para atender à demanda dos três empreendimentos.

 

A estimativa é de que a capacidade de geração desse pólo seria de 1,3 mil MW a 1,5 mil MW (suficiente para atender a mais de um terço da demanda média de energia do Rio Grande do Sul).

 

Apesar dessa possibilidade, Antunes destaca que a intenção é manter a termelétrica do Grupo AES em Uruguaiana. Para isso, um terminal de GNL teria que ser instalado em Rio Grande ou na Argentina para após o gás chegar por gasodutos até o município da Fronteira-Oeste.

 

A alternativa menos atraente é a desativação da usina e a transferência do complexo energético para a base de gás natural de Urucu (da Petrobras), localizada na cidade de Coari, perto de Manaus. "Esta é a pior opção para Uruguaiana. Se isso acontecer, vamos assegurar uma compensação pelas perdas de arrecadação de impostos, a exemplo do que já ocorreu em outras cidades", afirma Antunes.

 

Até o fechamento dessa matéria, o deputado tentava conseguir uma audiência com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para descartar essa última hipótese. Antunes espera para as próximas semanas uma definição do governo federal sobre a situação da termelétrica AES Uruguaiana.

 

O encontro com o ministro Lobão contou ainda com as presenças do senador Sérgio Zambiasi (PTB), do deputado federal Eliseu Padilha (PMDB), do presidente da Sulgás, Artur Lorentz, do presidente do Grupo CEEE, José Francisco Pereira Braga, e do coordenador da assessoria técnica da Secretaria de Infra-estrutura e Logística do Governo do Estado, Edmundo Silva.


Grupo CEEE tem novo presidente a partir de hoje

Toma posse hoje como novo presidente do Grupo CEEE o economista Sérgio Camps de Morais, de 58 anos. Formado na Faculdade de Economia da Universidade Católica de Pernambuco, Camps de Morais teve a sua indicação anunciada, dia 15 de agosto, pelo secretário de Infra-estrutura e Logística, Daniel Andrade. A cerimônia ocorre às 13h30min, na sede da empresa.

 

Camps ocupava o cargo de diretor de Planejamento e Projetos Especiais, do Grupo CEEE, desde o dia 27 de fevereiro de 2007. Em junho de 2008, passou a integrar o Gabinete de Transição do governo do Estado, instituído pela governadora Yeda Crusius, que além dele, conta com representantes de outros partidos políticos.

O objetivo desta iniciativa é reafirmar metas e compromissos de governo, tomando como referência os 12 Programas Estruturantes.


 

Natural de São Gabriel, Camps trabalhou como técnico em planejamento de sistemas, na Procenge, em Recife; foi economista na Consultores Gerais - Consultoria, Planejamento e Projetos de Engenharia, de São Paulo; morou dez anos em Roma onde atuou em projetos para os países do Terceiro Mundo, junto a ONGs italianas; diretor da empresa Estância Santa Clara do Batovi, em São Gabriel e presidente da Cooperativa Mista Agroindustrial de São Gabriel. É membro do diretório estadual do PPS, desde 2000, e do diretório nacional. Ocupa, também, há quatro anos, o cargo de secretário-geral do PPS do Rio Grande do Sul.



Fonte: Jornal do Commercio - RS
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