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Empresas

Usiminas registra lucro líquido de R$ 154 milhões no 3º trimestre

08/11/2011 | 11h37
Mesmo diante de um cenário negativo para a siderurgia brasileira, a Usiminas conseguiu manter estável o lucro líquido no 3º trimestre de 2011 (3T11), que chegou a R$ 154 milhões (-2% sobre o 2T11). Já o ebitda, no período, foi de R$ 343 milhões (-6% sobre o 2T11) e a margem ebitda de 11,5% (-0,6 p.p. sobre o 2T11).

A receita líquida também ficou estável. Chegou a R$ 3,0 bilhões (-1% sobre o 2T11), apesar da redução (-11% sobre o 2T11) no volume de vendas, que atingiu um total 1,4 milhão de t. Para o mercado interno, as vendas reportaram 1,2 milhão de toneladas e, para o mercado externo, 243 mil t.

Com a produção brasileira de aço bruto, no geral, também registrando queda do 3T11 para o 2T11, as usinas de Ipatinga e Cubatão atingiram 1,55 milhão de t no período. A redução (-17% sobre o 2T11) deu-se não apenas em função da adequação relativa ao volume comercializado, mas também por uma parada programada de 20 dias, visando à manutenção de um dos altos-fornos da Usina de Cubatão.


Investimentos 

No 3T11, a Usiminas registrou um volume de investimento consolidado de R$ 688 milhões, representando crescimento (+31% sobre o 2T11). “Apesar do momento adverso, a Usiminas, com muita disciplina financeira, não abriu mão de seu plano de investimentos, na busca pelo aumento de competitividade”, afirma o presidente da Usiminas, Wilson Brumer.

Entre os projetos a serem concluídos no curto prazo estão o novo laminador de tiras a quente, na Usina de Cubatão, e o novo desgaseificador a vácuo (RH3), na Usina de Ipatinga.

O laminador vai ampliar em 2,3 milhões de t/ano a capacidade produtiva de aço laminado a quente, voltado para os mercados de tubos de grande diâmetro, autopeças, máquinas e equipamentos industriais e construção civil. O investimento total é de R$ 2,5 bilhões, sendo que R$ 2,2 bilhões já foram realizados. Com start up previsto para o 1SEM12, o novo laminador já está em testes, com a obra civil e a montagem em fase final.

Já o novo desgaseificador a vácuo (RH3) possui capacidade para produzir 800 mil t/ano de aço líquido desgaseificado. O produto é um aço nobre com melhor estampabilidade, maior resistência mecânica e limpidez, destinado aos setores automotivo e naval. O investimento total é de R$ 152 milhões, sendo o start up previsto para o 4T11. Em setembro, os testes foram iniciados e a montagem e a obra civil já estão em fase final.


Fonte: Redação
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