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Siderurgia

Usiminas diz desconhecer interesse do grupo Gerdau

19/04/2011 | 09h43
A siderúrgica Usiminas afirmou, em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que não tem conhecimento do interesse do grupo Gerdau em adquirir participação na companhia.


A Usiminas informou ainda que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) votou na assembleia de acionistas realizada na quinta-feira, representada por uma participação de 9,45% no capital votante (47.736.700 de ações ordinárias) e de 5,02% do capital preferencial (25.534.900 ações preferenciais).


"A Usiminas não tem conhecimento de qualquer outra informação a respeito de eventual aumento da participação detida pela CSN no capital da companhia", conclui o comunicado da siderúrgica mineira.


Reportagem publicada ontem pelo Valor informa que a CSN votou contra a proposta da Usiminas que altera o valor de reembolso a acionistas, aprovada por maioria na assembleia geral extraordinária realizada na sede da empresa.


Segundo apurou o Valor, a CSN, derrotada na votação, agora estuda apresentar reclamação à CVM contra a Usiminas.


A empresa, controlada pelo empresário Benjamin Steinbruch entende que os controladores da Usiminas (Nippon Steel, a Caixa Geral dos Empregados e os grupos empresariais Votorantim e Camargo Corrêa) não podiam votar na mudança estatutária por existir conflito de interesse.


Pela nova regra, a Usiminas passará a usar o patrimônio contábil, no lugar de valor apurado por peritos, para pagar investidores que quiserem vender sua participação acionária. Para o mercado, a mudança facilita a entrada do grupo Gerdau no bloco de controle da companhia mineira.


De acordo com rumores de mercado, o grupo Gerdau negocia, há cerca de seis meses, a aquisição das participações de Votorantim e Camargo Corrêa, que, juntos, detêm 12,9% do capital total da Usiminas.


Quando descobriu as negociações, a CSN começou a comprar ações da siderúrgica mineira, com o objetivo de conseguir obter um assento no conselho de administração e participar das decisões estratégicas.


Fonte: Valor Econômico
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