acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petroquímica

Unidade de Petroquímicos Básicos pode chegar a US$ 8 bi

21/02/2005 | 00h00

Rio é favorito para receber unidade

Responsáveis pelo projeto da nova unidade de petroquímicos básicos que produzirá matérias-primas a partir do óleo pesado da Bacia de Campos, a Petrobras e o grupo Ultra vão definir até meados de março a exata localização do empreendimento, que poderá demandar investimentos totais de US$ 8 bilhões.
O diretor da Área de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, revelou para o Jornal do Brasil que tal valor poderá ser alcançado se forem incluídas no cálculo as unidades de transformação da indústria de plásticos, a chamada terceira geração. Do total previsto, no entanto, os sócios do empreendimento deverão desembolsar um máximo de US$ 6,5 bilhões.
Costa revelou que os futuros acionistas vão promover uma chamada de investidores para participar da segunda geração do complexo petroquímico. Um grupo de trabalho conjunto composto por técnicos das duas empresas começará a trabalhar, nos próximos dias, na definição dos critérios que orientarão a escolha dos possíveis parceiros. Eles deverão participar da segunda etapa do projeto, que prevê a instalação de fabricantes de produtos como polietileno, polipropileno, fenol, estireno e PTA (a chamada segunda geração).
- A idéia é termos no projeto apenas uma fábrica para cada tipo de produto previsto - explicou.
Do total de investimentos, detalhou, entre US$ 3 bilhões e US$ 3,5 bilhões serão alocados na construção da unidade de primeira geração, que converterá o petróleo em matérias-primas petroquímicas, como eteno, propeno e aromáticos como benzeno e p-xileno. Nessa mesma unidade serão produzidos, ainda, derivados como óleo diesel e GLP.
Para erguer as unidades de segunda geração, estima o executivo, serão necessários outros US$ 3 bilhões, a serem investidos pelos dois sócios originais e por produtores dessas resinas.
- Para aderirem ao chamamento, esses investidores terão que obedecer a alguns critérios nos quais começaremos a trabalhar nos próximos dias. Eles terão, de alguma forma, que agregar valor ao empreendimento - afirmou Costa.
Os cálculos da Petrobras indicam, segundo Costa, que as empresas de terceira geração que se instalarem na área de entorno da unidade deverão investir outros US$ 2 bi.
- Nesse segmento os investimentos caberão a empresas produtoras de artigos de plástico para a indústria, o que incluirá desde produtos como copos de liquidificador, gabinetes de computador e pára-choques de automóveis. Não caberá à Petrobras ou ao grupo Ultra investir nessa etapa - explicou, ao revelar, porém, que as negociações com os sócios da segunda geração foram postergadas até que sejam concluídas as discussões tecnológicas do projeto.
A exata localização do novo complexo sairá, segundo o executivo, em um prazo de 20 a 30 dias. De antemão, no entanto, ele revelou que a tendência é o Rio de Janeiro ser confirmado como sede, devido às condições logísticas. Apenas remotamente, revelou, a unidade poderá ser instalada em outro local, conforme adiantou para o JB o diretor-presidente do grupo Ultra, Paulo Cunha. Essa hipótese, disse Costa, só se tornaria necessária caso as avaliações técnicas e econômicas indiquem a inviabilidade ambiental do município de Itaguaí - o preferido dos sócios - e a impossibilidade econômica da região Norte Fluminense.



Fonte: Jornal do Brasil
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar