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Mão de Obra

União pode atenuar regra de conteúdo local da Petrobras

01/06/2012 | 12h16
Ciente de que os investimentos no país não crescem e de que, ao contrário, neste ano estão encolhendo, o governo cogita usar no setor real da economia estratégia semelhante à executada para induzir os bancos a reduzir os juros. Assim como colocou os bancos públicos para liderar um processo de redução das taxas e retomada da expansão do crédito, seria dado impulso aos investimentos públicos e das empresas estatais para que eles arrastem junto os investidores privados.

Nessa estratégia, avalia-se a possibilidade de flexibilizar a exigência de índices de nacionalização nas encomendas da Petrobras, que chegam a 55%, para que a empresa possa acelerar seu programa de investimentos.

A estatal conta com cerca de R$ 224 bilhões em investimentos previstos até 2015. As regras de conteúdo local para a contratação de sondas estariam entre os problemas da companhia para deslanchar esse programa. O governo não pretende mudar a regra geral, mas pensa em criar exceções, relaxando a exigência de nacionalização de uma forma seletiva, a começar pelas sondas.

"A situação está ruim. A única manifestação do 'espírito animal' que vimos nos últimos tempos foi do Joesley Batista, da J&F, querendo comprar a Delta", disse uma fonte oficial. Embora carregado de ironia, o comentário dá a dimensão da preocupação do governo, que não tem conseguido resultados pelo lado da expansão da oferta.

Em tempos normais, a notícia de que está se abrindo uma nova fronteira de investimentos em energia no rio Tapajós para um complexo de hidrelétricas, publicada pelo 'Valor', seria logo seguida de informações sobre a disputa entre as empresas para a formação de consórcios. E não houve uma só declaração empresarial de interesse até agora, citou a fonte.

As discussões no governo começam a tomar novos rumos, fundamentadas na percepção de que não basta incentivar o consumo que, ao contrário do pós-crise de 2008, desta vez terá contribuição marginal para reanimar a economia.


Fonte: Valor Econômico
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