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Porto do Açu

Um porto seguro para as operações movidas a 'óleo e gás'

23/10/2015 | 16h21
Um porto seguro para as operações movidas a 'óleo e gás'
Divulgação Prumo Logística Divulgação Prumo Logística

A Prumo Logística promoveu uma visita ao complexo logística indústrial do Porto do Açu ontem (23). Um dos maiores empreendimentos do país, ele está situado próximo à Bacia de Campos, local estratégico para a instalação de empresas da indústria brasileira de óleo e gás. Com 17 km de cais, 90 km² de retroárea e profundidade de até 24 metros, o porto tem capacidade para receber até 47 embarcações simultaneamente, reduzindo tempo de viagem e custos operacionais das atividades de exploração e produção de hidrocarbonetos. 

O Porto do Açu é composto pelo Terminal 1 (T1 - offshore) e pelo Terminal 2 (T2 – onshore). O T1 é um terminal offshore com uma ponte de acesso de 3 km de extensão, nove píeres para movimentação de minério de ferro e petróleo, canal de acesso e bacia de evolução. Dos nove berços para atracação de navios, quatro são dedicados ao minério de ferro, que podem movimentar até 100 milhões de toneladas por ano, e cinco berços serão capazes de movimentar até 1,2 milhão de barris de petróleo por dia (bpd). 

Em outubro de 2014, ocorreu o carregamento do primeiro navio no T1, o Key Light, que tem 14,7 metros de calado e foi carregado com 80 mil toneladas de minério de ferro. Foram embarcadas aproximadamente 240 mil toneladas de minério (três navios com 80 mil toneladas) em 2014. Até agora, o terminal já recebeu 13 navios graneleiros.

Em abril, a Edison Chouest Offshore (ECO) ampliou em 220 metros o cais de sua unidade no Porto do Açu, onde está instalando uma base de apoio logístico offshore e estaleiro de reparos navais para suas próprias embarcações. Com uma área total de 597.400 m², 1.030m de frente de cais e 15 berços de atracação, a unidade passa a ser a maior base de apoio offshore do mundo. Esta é a segunda expansão de cais exercida pela ECO - que passa agora para 710 metros - e a previsão é de que ela movimente 10.800 embarcações/ano.
A Petrobras assinou um contrato com a a empresa americana para o uso de seis berços, com operação prevista para novembro deste ano. 

Maior base offshore do mundo

Em abril, a Edison Chouest Offshore (ECO) ampliou em 220 metros o cais de sua unidade no Porto do Açu, onde está instalando uma base de apoio logístico offshore e estaleiro de reparos navais para suas próprias embarcações. Com uma área total de 597.400 m², 1.030m de frente de cais e 15 berços de atracação, a unidade passa a ser a maior base de apoio offshore do mundo - e a previsão é de que ela movimente 10.800 embarcações/ano. A Petrobras assinou um contrato com a a empresa americana para o uso de seis berços, com operação prevista para novembro deste ano. 

Desenvolvimento do Terminal de Petróleo

Em junho, a Oiltanking assinou contrato de US$ 200 milhões para a compra de 20% da subsidiária da Prumo Logística, responsável pelo desenvolvimento do Terminal de Petróleo (TOIL) no Porto do Açu. Com a aquisição, a Oiltanking também irá gerenciar as operações de transbordo que serão realizadas no terminal, com capacidade para movimentar até 1,2 milhão de barris por dia (bpd) e receber os maiores navios utilizados para transporte de petróleo (VLCCs). O TOIL está instalado no T1 e dividirá a infraestrutura com o terminal de minério de ferro. A operação do TOIL está prevista para agosto de 2016 com o transbordo de 200 mil bpd produzidos pela BG nos campos do pré-sal. O contrato, que foi assinado com a petroleira no início de junho por 20 anos, prevê ainda a possibilidade de expansão para 320 mil bpd.

Outras vantagens competitivas

A Prumo criou uma joint venture com a BP (50% cada empresa), a BP Prumo, para comercialização de combustível marítimo no Porto do Açu, fornecendo aos clientes do porto uma alternativa competitiva para reduzir os custos de suas operações offshore. Ela irá importar, exportar, armazenar, distribuir e/ou comercializar combustíveis marítimos, sob a marca da BP Marine. Este centro de abastecimento deverá atender às demandas de navios de variados portes e atividades, como PSVs (Platform Supply Vessels), navios de cabotagem e de longo curso, por combustíveis como diesel marítimo (MGO - Marine Gas Oil) e bunker (IFO - Intermediate Fuel Oil). A previsão é que a unidade, que ocupará uma área de mais de 215 mil metros quadrados, comece a operar no segundo trimestre de 2016.



Fonte: TN Petróleo
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