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Comperj

Ultrapar mantém interesse no projeto apesar de mudanças

11/04/2011 | 10h02
O presidente da Ultrapar, Pedro Wongtschowski, afirmou que a companhia mantém interesse em participar do projeto do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a despeito das recentes mudanças feitas em sua estrutura. Na sexta-feira passada, a direção da Petrobras comunicou alterações no projeto, dentre elas a utilização de gás natural do pré-sal para abastecer as linhas de produção de petroquímicos previstas para o polo. "Para nós, o importante é termos a disponibilidade de eteno, de uma forma ou de outra", afirmou o executivo, após participar de encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em São Paulo.


Inicialmente, o projeto previa a produção de petroquímicos básicos (caso do eteno) a partir de óleo pesado, disponível em território brasileiro. Devido às descobertas na região do pré-sal, cogitou-se a substituição do óleo pesado pelo óleo leve existente na megarreserva, possibilidade que foi alterada novamente, desta vez para a inclusão do gás natural no projeto.


Wongtschowski voltou a ressaltar hoje que o interesse da Ultrapar, controladora da Oxiteno, entre outras empresas, é participar somente da linha de produção nos segmentos nos quais já atua. O projeto inicial do Comperj prevê a instalação de linhas de produção de etilenoglicol e óxido de eteno, a serem viabilizadas pela Comperj MEG, empresa criada pela Petrobras, dona do projeto na região, para ser composta por companhias interessadas nesse segmento. A central petroquímica do Comperj vai consumir em média 15 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.


Braskem


Outra novidade  quanto à atividade petroquímica foi anunciada ainda na semana passada. O diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, disse que a Braskem assumirá 100% da central que terá capacidade de produção de 1,1 milhão de toneladas de eteno a partir de 2017. Segundo o executivo, o crescimento do consumo previsto para os próximos anos pode fazer, inclusive, com que haja uma antecipação de até dois anos na entrada em operação da unidade.


Além disso, a Copa do Mundo e a Olimpíada do Rio de Janeiro devem ser dois eventos temporais de grande porte que vão estimular ainda mais o crescimento da demanda por polietileno, polipropileno e PVC, principalmente, foco da Braskem. Como existem outras resinas que não estão no acordo, a petroquímica ainda vai definir se participará ou não desta parte. Se não, a Petrobras vai buscar outros parceiros, disse Costa.


Fonte: DCI
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