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Premiação

UL recebe prêmio de US$ 1,35 milhões para financiar pesquisa sobre materiais de módulos solar

26/10/2015 | 10h21
UL recebe prêmio de US$ 1,35 milhões para financiar pesquisa sobre materiais de módulos solar
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O backsheet é formada por várias camadas de finas folhas de plástico que cobrem a parte traseira do módulo, protegendo as pessoas da alta voltagem e as partes internas do painel. Desempenham também um papel fundamental para manter a performance do módulo PV ao longo do uso prolongado ao ar livre.
Com essa premiação, a SunShot financiará laboratórios de testes que estudam a degradação do backsheet em módulos PV em campo real. Os resultados beneficiarão os fabricantes dos módulos para otimizarem a escolha dos materiais e a estratégia de design, além de permitir uma compreensão maior sobre a confiabilidade dos backsheets, informação de grande valor para proprietários, operadores e seguradoras das centrais de energia solar.
No Brasil, a previsão é de que a geração de energia elétrica fotovoltaica, ou seja, pelos raios do sol, alcance 7 mil megawatts (MW) até 2024. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), atualmente, a fonte é responsável por 0,02% da potência elétrica do País. Esse mecanismo de produção é uma das alternativas mais eficientes e o objetivo do governo é que se amplie.
A UL deve aproveitar esse potencial para investir nesse segmento no país. “A empresa tem muito interesse em participar da conversa e do desenvolvimento dessa indústria no Brasil, assegurando um melhor desempenho e durabilidade dos materiais”, afirma Ken Boyce engenheiro gerente da área de Energia e Tecnologias de Energia na UL.

A UL, empresa mundial especializada em certificação e segurança em diversos segmentos, foi premiada pela iniciativa SunShot do Departamento de Energia dos Estados Unidos em U$1,35 milhões para desenvolver novos métodos para prever o desempenho e a confiabilidade de materiais de módulos PV (fotovoltaico) ao longo do tempo. Em parceria com diversas empresas e instituições, o projeto pretende fornecer dados sobre componentes do módulo de energia solar, chamados backsheets poliméricos.

O backsheet é formada por várias camadas de finas folhas de plástico que cobrem a parte traseira do módulo, protegendo as pessoas da alta voltagem e as partes internas do painel. Desempenham também um papel fundamental para manter a performance do módulo PV ao longo do uso prolongado ao ar livre.

Com essa premiação, a SunShot financiará laboratórios de testes que estudam a degradação do backsheet em módulos PV em campo real. Os resultados beneficiarão os fabricantes dos módulos para otimizarem a escolha dos materiais e a estratégia de design, além de permitir uma compreensão maior sobre a confiabilidade dos backsheets, informação de grande valor para proprietários, operadores e seguradoras das centrais de energia solar.

No Brasil, a previsão é de que a geração de energia elétrica fotovoltaica, ou seja, pelos raios do sol, alcance 7 mil megawatts (MW) até 2024. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), atualmente, a fonte é responsável por 0,02% da potência elétrica do País. Esse mecanismo de produção é uma das alternativas mais eficientes e o objetivo do governo é que se amplie.

A UL deve aproveitar esse potencial para investir nesse segmento no país. “A empresa tem muito interesse em participar da conversa e do desenvolvimento dessa indústria no Brasil, assegurando um melhor desempenho e durabilidade dos materiais”, afirma Ken Boyce engenheiro gerente da área de Energia e Tecnologias de Energia na UL.



Fonte: Redação/Assessoria
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