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Sustentabilidade

TÜV Rheinland amplia atuação com demanda por certificações

28/08/2013 | 12h22

 

A preocupação crescente das empresas os impactos ambientais de suas atividades está levando a um aumento da demanda pelas certificações relacionadas aos processos sustentáveis de gestão do uso da energia. A TÜV Rheinland do Brasil - subsidiária de um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção e gerenciamento de projetos - tem registrado aumento na busca pela certificação ISO 5000, válida em mais de 25 países e que orientaas organizações a desenvolverem processos de gestão do uso da energia.
“Indicada para qualquer organização, independente do porte, setor ou localização geográfica, a ISO 50001 é particularmente relevante para organizações de consumo intensivo de energia ou organizações que possuem metas corporativas para redução de emissão de gases de efeito estufa”, explica Lucas Martins, gerente de certificação da área de energia e meio ambiente e sistemas de gestão da TÜV Rheinland do Brasil. A empresa é acreditada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) na certificação desta norma, também traduzida para o português via NBR 50001:2011.
A certificação de um sistema de gestão de energia com base na ISO 50001 é uma garantia às partes interessadas de que a organização implementou o SGE (Sistema de Gestão de Energia) e que este está alinhado com as melhores práticas existentes em âmbito internacional.
A certificação cria um sistema reconhecido internacionalmente, que integra a eficiência energética às práticas de gestão e manufatura da organização, e também da cadeia de fornecedores. Além disso, permite o melhor uso dos ativos consumidores de energia, bem como a adoção de melhores práticas e boa conduta na gestão da energia.
Os grandes benefícios são a redução de custos e das emissões dos GEE, a melhoria da segurança no fornecimento de energia, o aprimoramento do desempenho do negócio, o envolvimento da alta administração, o estabelecimento de políticas energéticas e a inclusão das questões energéticas na gestão da organização.
Segundo Martins, esses benefícios se traduzem em uso mais eficiente das fontes de energia, em competitividade e na diminuição dos impactos ambientais relacionados à atividade.

A preocupação crescente das empresas os impactos ambientais de suas atividades está levando a um aumento da demanda pelas certificações relacionadas aos processos sustentáveis de gestão do uso da energia. A TÜV Rheinland do Brasil - subsidiária de um dos maiores grupos mundiais de certificação, inspeção e gerenciamento de projetos - tem registrado aumento na busca pela certificação ISO 5000, válida em mais de 25 países e que orientaas organizações a desenvolverem processos de gestão do uso da energia.


“Indicada para qualquer organização, independente do porte, setor ou localização geográfica, a ISO 50001 é particularmente relevante para organizações de consumo intensivo de energia ou organizações que possuem metas corporativas para redução de emissão de gases de efeito estufa”, explica Lucas Martins, gerente de certificação da área de energia e meio ambiente e sistemas de gestão da TÜV Rheinland do Brasil. A empresa é acreditada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) na certificação desta norma, também traduzida para o português via NBR 50001:2011.


A certificação de um sistema de gestão de energia com base na ISO 50001 é uma garantia às partes interessadas de que a organização implementou o SGE (Sistema de Gestão de Energia) e que este está alinhado com as melhores práticas existentes em âmbito internacional.


A certificação cria um sistema reconhecido internacionalmente, que integra a eficiência energética às práticas de gestão e manufatura da organização, e também da cadeia de fornecedores. Além disso, permite o melhor uso dos ativos consumidores de energia, bem como a adoção de melhores práticas e boa conduta na gestão da energia.


Os grandes benefícios são a redução de custos e das emissões dos GEE, a melhoria da segurança no fornecimento de energia, o aprimoramento do desempenho do negócio, o envolvimento da alta administração, o estabelecimento de políticas energéticas e a inclusão das questões energéticas na gestão da organização.


Segundo Martins, esses benefícios se traduzem em uso mais eficiente das fontes de energia, em competitividade e na diminuição dos impactos ambientais relacionados à atividade.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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