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Internacional

Tribunal da Ucrânia quer proibir visitas em zona próxima a Chernobyl

28/11/2011 | 11h18
O Tribunal Administrativo de Kiev, na Ucrania, proibiu nesta semana visitas à chamada “zona de exclusão”, região localizada ao redor da central nuclear de Chernobyl, que há 25 anos foi palco do maior acidente nuclear da história.

A decisão considera ilegal o anúncio feito em fevereiro pelo Ministério de Emergência do país que autorizava excursões para a região de Chernobyl.

Segundo agências locais, a acusação recorreu em junho nos tribunais alegando que a decisão não tinha aprovação de outros departamentos do governo, que controlam as tropas e as autorizações de entrada e saída da área remota no norte da Ucrânia, quase na fronteira com Belarus.

Já o Ministério de Emergências alegou que o Ministério da Saúde e das Relações Exteriores já havia sido consultado sobre o caso antes da liberação de visitas controladas.


Visitas controladas

O governo ucraniano autorizou a entrada controlada de turistas à região de Chernobyl desde dezembro, sempre a visita for solicitada com dez dias de antecedência e com explicações sobre o motivo. Antes da concessão de permissão, os turistas devem assinar um contrato alegando que o governo não assumiria quaisquer responsabilidades por possíveis prejuízos à saúde do visitante.

Segundo Piotr Valianski, diretor do Departamento de Saúde do Ministério de Emergências da Ucrânia, as rotas turísticas escolhidas na zona de exclusão têm doses mínimas de radiação. “Esses caminhos são seguros”, disse.


Histórico

Em 26 de abril de 1986, durante teste de queda de potência o reator 4 da usina explodiu e se tornou fantasma devido ao alto índice de radiação proveniente da explosão ocorrida em 26 de abril de 1986.

Quando a potência foi aumentada, no entanto, ela subiu demais e o processo ficou fora de controle. Um incêndio com temperaturas de milhares de graus derreteu a cobertura da usina e material radioativo começou a se dispersar pela região. A nuvem alcançou lugares distantes na Rússia e na Europa Ocidental.

Estimativa da organização ambiental Greenpeace é que entre 60 mil e 90 mil pessoas morreram ou irão morrer por causa do desastre. Mas os números oficiais são bem menores, pois as mortes vêm acontecendo aos poucos, e em muitos casos não é possível associá-las diretamente com o acidente.


Fonte: G1
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