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Internacional

Três anos após vazamento, Flórida entra com processo contra BP

22/04/2013 | 13h49

 

O governo do estado norte-americano da Flórida entrou com um processo contra a companhia petrolífera BP cobrando pelos danos causados pelo vazamento de uma plataforma no Golfo do México em 2010. O processo foi iniciado no sábado (20), dia em que o maior vazamento costeiro da história dos Estados Unidos completou três anos.
A Flórida foi o quarto estado a entrar com um processo do tipo. Antes dela, Louisiana, Alabama e o Mississipi já tinham acionado a justiça do país. Entre outras acusações, o processo afirma que a companhia não trocou as baterias do equipamento que previne vazamentos no perfurador. Já a Halliburton foi acusada pelos defeitos nas barreiras de cimento, que não conseguiram conter a pressão do óleo.
A BP preferiu não se pronunciar sobre o novo processo e a assessoria de imprensa da Halliburton não respondeu aos contatos da agência 'Associated Press'.
Situação três anos depois
Mais de 1,7 mil km de costa nos quatro estados citados foram atingidos pela tragédia - o total de óleo vazado ultrapassou os 200 milhões de galões. Três anos depois, a limpeza parece ter surtido efeito à primeira vista, mas ambientalistas afirmam que os impactos ainda estão muito presentes.
A principal é com os pântanos. O óleo penetrou nas raízes das plantas no pântano, de onde é muito difícil retirá-lo. “Os micro-organismos e invertebrados menores estão comendo essa grama e comendo uns aos outros”, apontou David Muth, do Programa de Restauração do Delta do Rio Mississipi.
“Algumas substâncias químicas simplesmente ficam presas, e quando cada criatura vem e come, as toxinas entram na cadeia alimentar e chegam até os principais predadores, como golfinhos e tartarugas”, completou. Segundo ele, mais de 650 golfinhos foram encontrados mortos ao longo desses três anos.

O governo do estado norte-americano da Flórida entrou com um processo contra a companhia petrolífera BP cobrando pelos danos causados pelo vazamento de uma plataforma no Golfo do México em 2010. O processo foi iniciado no sábado (20), dia em que o maior vazamento costeiro da história dos Estados Unidos completou três anos.


A Flórida foi o quarto estado a entrar com um processo do tipo. Antes dela, Louisiana, Alabama e o Mississipi já tinham acionado a justiça do país. Entre outras acusações, o processo afirma que a companhia não trocou as baterias do equipamento que previne vazamentos no perfurador. Já a Halliburton foi acusada pelos defeitos nas barreiras de cimento, que não conseguiram conter a pressão do óleo.


A BP preferiu não se pronunciar sobre o novo processo e a assessoria de imprensa da Halliburton não respondeu aos contatos da agência 'Associated Press'.



Situação três anos depois


Mais de 1,7 mil km de costa nos quatro estados citados foram atingidos pela tragédia - o total de óleo vazado ultrapassou os 200 milhões de galões. Três anos depois, a limpeza parece ter surtido efeito à primeira vista, mas ambientalistas afirmam que os impactos ainda estão muito presentes.


A principal é com os pântanos. O óleo penetrou nas raízes das plantas no pântano, de onde é muito difícil retirá-lo. “Os micro-organismos e invertebrados menores estão comendo essa grama e comendo uns aos outros”, apontou David Muth, do Programa de Restauração do Delta do Rio Mississipi.


“Algumas substâncias químicas simplesmente ficam presas, e quando cada criatura vem e come, as toxinas entram na cadeia alimentar e chegam até os principais predadores, como golfinhos e tartarugas”, completou. Segundo ele, mais de 650 golfinhos foram encontrados mortos ao longo desses três anos.

 



Fonte: G1
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