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Setor Naval

Transpetro promove licitação ainda no primeiro semestre

26/05/2004 | 00h00
O edital de licitação dos primeiros 22 navios previstos no Programa de Investimentos da Transpetro até 2015 será publicado ainda no primeiro semestre deste ano, segundo informou o presidente da estatal, Sérgio Machado. O Programa será dividido em duas fases e envolve a encomenda de 53 navios com investimentos de US$ 2,1 bilhões. Na primeira fase, de 2004 a 2010, serão a encomendados sete Suezmax, seis Aframax, seis transportadores de produtos e três navios gaseiros. Na segunda fase, de 2010 a 2015, serão encomendados outros 20 petroleiros, dez navios de apoio offshore e 1 FSO.
Nesta quarta-feira (26/05), durante o Fórum Empresarial da Indústria da Construção Naval e Offshore do Sistema FIRJAN promovido pelo Sindicato da Indústria Naval (Sinaval), os presidentes da Transpetro e do Sinaval, Ariovaldo Rocha, marcaram para a próxima quarta-feira (02/06) uma reunião com o objetivo de traçar as diretrizes para pôr em prática a primeira fase do Programa.
Sérgio Machado destacou que o objetivo da companhia é garantir demanda em escala aos estaleiros para que a indústria naval possa se manter no futuro. "Este projeto é o início de um programa praticamente permanente. A demanda da Transpetro não acaba com estes 53 navios. A nossa frota tem em média 23 anos e queremos renová-la e fazer com que os navios mantenham uma média de tempo de utilização de 10 anos, portanto estaremos sempre renovando", explicou Machado.
A expectativa da estatal, no entanto, é que a Transpetro não venha a ser a única força motriz do setor naval brasileiro. "Nós somos um ator importante porque a nossa demanda é muito grande e contínua, mas os setores de cabotagem, tanto para transporte nacional quanto internacional, já estão se posicionando para oferecer demanda também", informou Machado.
Na visão do empresariado, a principal dificuldade continua a ser os mecanismos de garantia. A postura do Sinaval é de defesa da MP 177 que entra em votação nesta quarta-feira no Senado.
Segundo Ariovaldo Rocha, o Fundo Garantidor da Indústria Naval (FGIN) atende 70% das expectativas dos estaleiros. "No atual modelo, para tomar um financiamento de construção, temos que dar 130% do valor total do bem como garantia. Em linhas gerais, o FGIN permite que o valor do bem seja dividido em cotas de 30%, que são garantidas parcialmente e amortizadas do total", explica Rocha.

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