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GNL

Transpetro estuda possibilidades logísticas do GNL

10/05/2006 | 00h00

O presidente da Transpetro, Sérgio Machado, admite que a subsidiária de transportes da Petrobras tem realizado estudos sobre as possibilidades de logísticas para o uso de gás natural liqüefeito (GNL). No entanto, informa que o estudo é feito por antecipação e não por solicitação da holding, a Petrobras. "Se uma empresa de logística espera ser demandada, quando tem que oferecer a solução, o tempo já passou", justifica.

A partir dos estudos, Machado considera as possibilidades de compra ou afretamento de navios GNL pela Petrobras, que seriam operados pela Transpetro. Uma terceira opção é o afretamento a casco nu, feito pela própria Transpetro, que disponibilizaria tripulação brasileira para a embarcação. Neste tipo de negócio seria necessária a capacitação de marítimos para a operação neste tipo de navio.

Machado assegura que todas as possibilidades são possíveis, embora admita o aquecimento do mercado naval mundial. "Se há em carteira mais de 5 mil navios para construir e são cerca de 1.300 construídos por ano, sempre tem um jeito de conseguir uma embarcação", afirma.

Durante o evento de inauguração do Centro de Tecnologia de Dutos (CTDUT)  nesta quarta-feira (10/05), o executivo informou ainda que continuam as negociações sobre os preços dos petroleiros que deverão ser construído para a Transpetro para a efetivação do Programa Nacional de Renovação e Modernização da Frota (Pronaf), que pretende encomendar 42 navios, sendo que 26 já foram licitados e estão em negociação de preços nesta primeira fase.

Segundo Machado, não há divulgação de prazo para a declaração final dos estaleiros contratados para as construções porque conforme haja imposição de limite de tempo, heverá maior dificuldade na fase negocial. Ele também ressalta, que a negociação continua porque a Transpetro não está disposta a comprar os navios a qualquer preço, mas assegura que já houve vários avanços durante o processo.

O objetivo da estatal de transportes, conforme observa o executivo, é assinar os contratos o mais rápido possível para que ocorra uma revitalização consistente do setor. "As empresas de outros países, como a PDVSA, a Mäersk, a Aliança (que tem controle internacional) querem comprar, mas ninguém vai investir onde não há competência", resume Machado.



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