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Indústria Naval

Transpetro e EAS perto de fechar acordo

28/09/2012 | 16h30

 

A Transpetro poderá anunciar, na segunda-feira (1º), acordo com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) em torno dos 16 navios petroleiros cujos contratos, no valor de R$ 5,3 bilhões, foram suspensos pela estatal. As negociações vêm evoluindo bem e as partes poderão chegar a um entendimento. Esse é um dos cenários possíveis. Outra hipótese é que a Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, concorde em dar ao EAS uma nova prorrogação de 30 dias. No fim de agosto, a empresa anunciou que estava estendendo por um mês o prazo original de três meses, concedido em maio, para que o estaleiro cumprisse uma série de exigências.
O "Valor" apurou que os acionistas do EAS - Camargo Corrêa e Queiroz Galvão - devem se reunir com o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, para discutir o assunto. Segundo uma fonte próxima das negociações, as partes estão caminhando para fechar um acordo, mas a decisão final cabe à Transpetro. A empresa informou que passou o último mês negociando com o EAS e que ainda espera uma proposta final do estaleiro. Se a proposta for satisfatória, a Transpetro vai fechar um acordo.
As exigências feitas pela estatal ao EAS, em maio, incluíam o fechamento de um acordo com um parceiro internacional e a apresentação de um plano de ação e de um cronograma confiável de construção. Além disso, o EAS tinha que entregar um projeto de engenharia que atendesse às especificações técnicas dos contratos.
Em junho, o EAS anunciou parceria com a IHI Marine United, divisão de construção naval e offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries. Os japoneses se tornaram peça-chave para a melhoria da produtividade do estaleiro.
O plano de ação passa pela melhoria da gestão do estaleiro. Clientes e credores do EAS, como Petrobras e Banco do Brasil, têm visitado o estaleiro e há indicações de que a situação melhorou. Desde sua implantação, há cinco anos, ele enfrentou vários problemas com baixa produtividade, o que levou a atrasos na entrega dos navios da Transpetro e do início da construção de sondas de perfuração.
Há, segundo o relato de fontes, avanços na construção do segundo navio, o Zumbi dos Palmares, previsto para ser entregue no primeiro semestre de 2013. Em relação à engenharia dos navios, o EAS tem uma proposta que precisa ser referendada pela Transpetro.
O total da encomenda da Transpetro ao EAS é de 22 petroleiros em contratos que somam R$ 7 bilhões. Do primeiro ao sexto navio, o projeto continua a cargo da coreana Samsung, que deixou a sociedade do estaleiro em março. Mas o EAS tem a opção de contratar mais quatro embarcações (até o décimo navio) utilizando projeto da Samsung. A partir da 11ª embarcação, a ideia é cotar projetos no mercado. A IHI poderá participar.

A Transpetro poderá anunciar, na segunda-feira (1º), acordo com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) em torno dos 16 navios petroleiros cujos contratos, no valor de R$ 5,3 bilhões, foram suspensos pela estatal. As negociações vêm evoluindo bem e as partes poderão chegar a um entendimento. Esse é um dos cenários possíveis. Outra hipótese é que a Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, concorde em dar ao EAS uma nova prorrogação de 30 dias. No fim de agosto, a empresa anunciou que estava estendendo por um mês o prazo original de três meses, concedido em maio, para que o estaleiro cumprisse uma série de exigências.


O "Valor" apurou que os acionistas do EAS - Camargo Corrêa e Queiroz Galvão - devem se reunir com o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, para discutir o assunto. Segundo uma fonte próxima das negociações, as partes estão caminhando para fechar um acordo, mas a decisão final cabe à Transpetro. A empresa informou que passou o último mês negociando com o EAS e que ainda espera uma proposta final do estaleiro. Se a proposta for satisfatória, a Transpetro vai fechar um acordo.


As exigências feitas pela estatal ao EAS, em maio, incluíam o fechamento de um acordo com um parceiro internacional e a apresentação de um plano de ação e de um cronograma confiável de construção. Além disso, o EAS tinha que entregar um projeto de engenharia que atendesse às especificações técnicas dos contratos.


Em junho, o EAS anunciou parceria com a IHI Marine United, divisão de construção naval e offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries. Os japoneses se tornaram peça-chave para a melhoria da produtividade do estaleiro.


O plano de ação passa pela melhoria da gestão do estaleiro. Clientes e credores do EAS, como Petrobras e Banco do Brasil, têm visitado o estaleiro e há indicações de que a situação melhorou. Desde sua implantação, há cinco anos, ele enfrentou vários problemas com baixa produtividade, o que levou a atrasos na entrega dos navios da Transpetro e do início da construção de sondas de perfuração.


Há, segundo o relato de fontes, avanços na construção do segundo navio, o Zumbi dos Palmares, previsto para ser entregue no primeiro semestre de 2013. Em relação à engenharia dos navios, o EAS tem uma proposta que precisa ser referendada pela Transpetro.


O total da encomenda da Transpetro ao EAS é de 22 petroleiros em contratos que somam R$ 7 bilhões. Do primeiro ao sexto navio, o projeto continua a cargo da coreana Samsung, que deixou a sociedade do estaleiro em março. Mas o EAS tem a opção de contratar mais quatro embarcações (até o décimo navio) utilizando projeto da Samsung. A partir da 11ª embarcação, a ideia é cotar projetos no mercado. A IHI poderá participar.

 



Fonte: Valor Econômico
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