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Campo de Frade

Transocean afirma que ainda não foi notificada da ação do MPF

15/12/2011 | 11h55
A suíça Transocean, que juntamente com a Chevron é ré em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ), informou que não foi notificada pelas autoridades brasileiras sobre esta ação. “Neste momento, as nossas plataformas operam em águas brasileiras e nós continuamos a cooperar com as autoridades”, informou a empresa em nota.

Na ação o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira pediu indenização de R$ 20 bilhões (US$ 10,7 bilhões) à Chevron Brasil Upstream Frade LTDA, Chevron Latin America Marketing LLC e a Transocean Brasil LTDA pelo vazamento de petróleo no campo de Frade, na bacia de Campos.

O MPF também entrou com pedido de liminar para a suspensão das atividades da Chevron Brasil, que opera no país sob concessão da Agência Nacional do Petróleo, e da Transocean, sob pena de multa diária de R$ 500 milhões.

A Transocean é uma das maiores empresas de serviços de perfuração do mundo e tem como maior cliente no Brasil a Petrobras, que aluga cerca de 10 plataformas de perfuração, inclusive para o desenvolvimento do pré-sal da bacia de Santos.

Na ação civil pública, à qual o Valor teve acesso, consta uma informação equivocada que vem sendo repetida em algumas mídias sociais. O procurador afirma que “a empresa parceira da Chevron, a Transocean, serve-se da Halliburton, a mesma que usou cimento instável no episódio desastroso do Golfo do México, em abril de 2010”. Como informou o Valor na edição do dia 23 de novembro, a empresa que prestava serviços de cimentação na plataforma SEDCO 706 em Frade era a BJ Services, do grupo Baker Hughes.


Fonte: Valor Econômico
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