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Termelétricas

Trabalhos na UTE Pecém começam a ser retomados

23/03/2011 | 11h27
A paralisação dos trabalhadores da Usina Termoelétrica Pecém (UTE Pecém) começa a perder força. Os funcionários do consórcio Mabe, responsável pela construção do projeto, de propriedade da EDP (Energias do Brasil) e MPX, deram início ontem à volta ao trabalho, conforme informações da assessoria de comunicação do empreendimento e de operários da obra.
 

No entanto, os prejuízos inferidos sobre o investimento e o atraso no prazo de entrega da usina ainda não foram estimados. A negociação a respeito das reivindicações, oficialmente, também não ocorreram até o momento. "Entrou todo mundo hoje lá na obra, mas só bateram o ponto e ficaram parados, sem fazer nada", revelou um funcionário da Enesa, uma das associadas do consórcio Mabe.
 

Segundo o mesmo funcionário, empregados de outras empresas, como a Integral, tinham voltado a trabalhar, mas não os da Enesa.
 

Sem manifestação
 
 
Com mais uma manifestação marcada para a manhã de ontem na portaria da UTE Pecém, em São Gonçalo do Amarante, os trabalhadores entraram normalmente nas instalações da obra e não se reuniram em protesto em frente à portaria, como no dia anterior (segunda-feira, 21). 
 

O único representante classista presente, do Sindicato dos Metalúrgicos, informou à reportagem que o ato havia sido cancelado e que os líderes dos grevistas estavam em Fortaleza negociando o fim da paralisação. Procurado, Ailton Silva, à frente do movimento, optou por não dar informações sobre o resultado da reunião, nem precisou quem eram os participantes da conversa. Segundo os sindicatos dos trabalhadores do empreendimento, os líderes da paralisação não têm vínculo com as entidades.
 

Prejuízos
 
 
O estado de greve na obra da UTE, em São Gonçalo, completa hoje oito dias. Na pauta de demandas dos trabalhadores do local, são reivindicados 20% de aumento salarial para todos os funcionários da usina, além de melhores condições de trabalho. 
 

O consórcio Mabe, consultado mais uma vez ontem, informou à reportagem, através de sua assessoria de imprensa, que as respostas aos protestos serão explicitadas, assim como a estimativa dos prejuízos com a paralisação, depois da volta dos empregados ao trabalho.


Fonte: Diário do Nordeste
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