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P-51

Trabalhadores retomam a construção da plataforma

24/03/2005 | 00h00

Depois de três dias de paralisação, negociações e 37 demissões, os trabalhadores do Grupo Pem Setal voltaram às atividades nesta quinta-feira (24/03). Parte das reivindicações serão atendidas. Eles terão pagamento de insalubridade, mas não haverá aumento salarial.
Na segunda-feira, os trabalhadores cruzaram os braços pedindo aumento salarial de 50%, adicional de insalubridade, ticket refeição de R$ 210 mensais e plano de saúde. Durante o período de negociações, a Pem Setal demitiu 37 trabalhadores com justa causa e solicitou a análise do pedido de insalubridade junto à Justiça do Trabalho.
Os trabalhadores reduziram o pedido de aumento de 50% para a exigência de equiparação com os salários de operários do setor naval em Niterói e Angra dos Reis. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal), Maurício Ramos, "para equilibrar o salário o aumento no Rio seria de algo entre 20% e 30%".
A negociações acabaram com a decisão do pagamento de insalubridade em março, antecipando o resultado da apreciação da Justiça do Trabalho, e a alteração da característica das demissões para sem justa causa. "Os empregados serão demitidos, porém serão pagos todos os direitos trabalhistas correspondentes", informa o consultor de recursos humanos do grupo Pem Setal, José Carlos Menezes.
Segundo o consultor, a questão salarial foi tirada da pauta e sobre os dias parados, dois serão abonados pela empresa e um compensado pelos trabalhadores.
O grupo Pem Setal foi contrado para a execução das obras de construção do casco da plataforma P-51 no estaleiro da Nuclep. 



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