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Paralisação

Trabalhadores fazem paralisação em São Paulo contra venda de ativos da Petrobras

24/07/2015 | 14h26

 

Os petroleiros fazem hoje (24) mobilização contra a venda de ativos da Petrobras e as mudanças no modelo de exploração do pré-sal. Segundo o Sindicato Unificado dos Petroleiros do estado de São Paulo (Sindipetro), o movimento conseguiu paralisar todas as unidades de produção no estado.
A coordenadora geral da entidade, Cibele Vieira afirma que desde a meia-noite de hoje estão paradas as refinarias de Paulínia, Mauá, Santos e Cubatão e os nove terminais da Transpetro. Em todo o país foram feitas ações semelhantes.
Na opinião da coordenadora, a empresa deveria buscar outras formas de superar a crise. “A Petrobras tem de fato uma dívida grande, mas porque ela é uma das empresas que mais investe no mundo. Porque ela é a petrolífera que mais descobre petróleo. É um endividamento bom”, ponderou.
De acordo com ela, a venda de bens da empresa, prevista nos planos apresentados para reduzir o endividamento da companhia, não é a melhor opção. “Diminuir o investimento temporariamente é uma coisa, agora se desfazer da estrutura é outra completamente diferente”, enfatizou.
Uma das soluções apontadas pela sindicalista é aumentar a participação da Petrobras na exploração do petróleo da camada pré-sal. “O governo, há um tempo atrás, fez capitalização da empresa usando o pré-sal. Por que, ao invés, de tirar a Petrobras do pré-sal, ele não passa mais poços do pré-sal para a Petrobras, e com isso aumenta o valor da empresa e diminui a relação entre dívida e patrimônio?”, questinou.
Em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto de Lei 131/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração e produção de petróleo do pré-sal. Pela legislação atual, aprovada em 2010, a estatal deve participação de ao menos 30% da exploração e produção em cada licitação.
A Petrobras informou, em nota, que “as atividades da empresa estão dentro da normalidade, sem prejuízo à produção”. Porém, a empresa ressaltou que foram registrados bloqueios na entrada de empregados o que gerou atrasos e corte da rendição de turno em algumas unidades. 

Os petroleiros fazem hoje (24) mobilização contra a venda de ativos da Petrobras e as mudanças no modelo de exploração do pré-sal. Segundo o Sindicato Unificado dos Petroleiros do estado de São Paulo (Sindipetro), o movimento conseguiu paralisar todas as unidades de produção no estado.

A coordenadora geral da entidade, Cibele Vieira afirma que desde a meia-noite de hoje estão paradas as refinarias de Paulínia, Mauá, Santos e Cubatão e os nove terminais da Transpetro. Em todo o país foram feitas ações semelhantes.

Na opinião da coordenadora, a empresa deveria buscar outras formas de superar a crise. “A Petrobras tem de fato uma dívida grande, mas porque ela é uma das empresas que mais investe no mundo. Porque ela é a petrolífera que mais descobre petróleo. É um endividamento bom”, ponderou.

De acordo com ela, a venda de bens da empresa, prevista nos planos apresentados para reduzir o endividamento da companhia, não é a melhor opção. “Diminuir o investimento temporariamente é uma coisa, agora se desfazer da estrutura é outra completamente diferente”, enfatizou.

Uma das soluções apontadas pela sindicalista é aumentar a participação da Petrobras na exploração do petróleo da camada pré-sal. “O governo, há um tempo atrás, fez capitalização da empresa usando o pré-sal. Por que, ao invés, de tirar a Petrobras do pré-sal, ele não passa mais poços do pré-sal para a Petrobras, e com isso aumenta o valor da empresa e diminui a relação entre dívida e patrimônio?”, questinou.

Em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto de Lei 131/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração e produção de petróleo do pré-sal. Pela legislação atual, aprovada em 2010, a estatal deve participação de ao menos 30% da exploração e produção em cada licitação.

A Petrobras informou, em nota, que “as atividades da empresa estão dentro da normalidade, sem prejuízo à produção”. Porém, a empresa ressaltou que foram registrados bloqueios na entrada de empregados o que gerou atrasos e corte da rendição de turno em algumas unidades. 

 



Fonte: Agência Brasil
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