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Sustentabilidade

Toyota comunica importante descoberta que pode viabilizar etanol celulósico

21/10/2011 | 17h16
A competição por novos modelos energéticos sustentáveis está cada vez mais estimulada. A Toyota anunciou um importante passo para viabilizar a produção em larga escala de biocombustível extraído de vegetais não comestíveis, o etanol celulósico, a partir de 2020. O laboratório de biotecnologia da empresa, localizado na província de Aichi, no Japão, desenvolveu por meio de técnicas de recombinação genética, uma nova cepa de leveduras que desempenham papel importante no processo de fermentação necessário para a obtenção do biocombustível.

Hoje, a maioria dos biocombustíveis provém de vegetais comestíveis, como a cana de açúcar e o milho. A utilização de vegetais não comestíveis irá gerar impacto significativamente menor nos estoques globais de alimentos.

A fermentação da xilose, um dos açucares produzidos quando as fibras das plantas são quebradas no processo de sacarifição, normalmente é difícil de ser obtida com leveduras encontradas na natureza. Entretanto, a nova levedura desenvolvida pela Toyota não apenas é extremamente eficiente na fermentação da xilose como também é altamente resistente à substâncias que inibem a fermentação, como o ácido acético. Como resultado, a levedura atingiu um dos mais altos índices de densidade de fermentação de etanol já obtidos no mundo, de aproximadamente 47 gramas por litro. Dessa forma, espera-se que a obtenção de etanol a partir de celulose seja incrementada e que os custos de produção sejam significantemente reduzidos.

A Toyota, que afirma seu compromisso com metas que reduzam as emissões de CO2 e respondam à crescente demanda por fontes alternativas de energia, desenvolve fontes de energia renováveis, como biocombustíveis, além da próxima geração de veículos amigáveis ao meio ambiente. As pesquisas da companhia neste setor buscam desenvolver tecnologias que compreendam todos os processos envolvidos na produção do etanol celulósico, incluindo o pré-tratamento do material bruto, a sacarificação enzimática e a fermentação da levedura. Com o objetivo de atingir um custo de produção páreo ao de outros combustíveis líquidos, como a gasolina, a Toyota está se esforçando para obter um suprimento estável de material bruto de fibras vegetais bem como tecnologias que reduzam os custos de produção.


Fonte: Redação
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