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Negócios

Total e ExxonMobil trocam ativos na Noruega

08/10/2012 | 14h26

 

A petrolífera francesa Total e a americana ExxonMobil fizeram a permuta de alguns ativos no Mar do Norte da Noruega.
A Total cederá à ExxonMobil uma fatia de 5,6% na licença PL089 e as participações nos campos de Sygna (2,52%), Statfjord Øst (2,8%) e Snorre (6,18%). Em troca, receberá uma parcela de 4,7% no campo de Oseberg e de 4,33% no sistema de transporte de Oseberg, além de toda a licença de PL029c e 30% da PL029b, que contêm parte do campo de Dagny.
Oseberg é um dos maiores campos de petróleo e gás do Mar do Norte e incluiu alguns campos satélites em desenvolvimento.
As reservas em Dagny, por sua vez, são estimadas pelo Diretório de Petróleo da Noruega em 205 milhões de barris de óleo equivalente (BOE), e a decisão final de investimento para desenvolver o campo deve sair antes do fim deste ano.
Após a troca, a Total passará a ter 14,7% de Oseberg e 39,54% do campo de Dagny. Hoje, a companhia possui 10% e 6,54%, respectivamente.
“Esta troca com a ExxonMobil permite focar nossos esforços em menos e maiores ativos”, disse Patrice de Vivies, vice-presidente-sênior de Exploração e Produção da Total para o Norte europeu, em nota.
Uma pequena compensação financeira será paga pela Total para concluir a operação. A troca deve ser concluída antes do fim de 2012.  As autoridades norueguesas ainda precisam aprovar o negócio.

A petrolífera francesa Total e a americana ExxonMobil fizeram a permuta de alguns ativos no Mar do Norte da Noruega.


A Total cederá à ExxonMobil uma fatia de 5,6% na licença PL089 e as participações nos campos de Sygna (2,52%), Statfjord Øst (2,8%) e Snorre (6,18%). Em troca, receberá uma parcela de 4,7% no campo de Oseberg e de 4,33% no sistema de transporte de Oseberg, além de toda a licença de PL029c e 30% da PL029b, que contêm parte do campo de Dagny.


Oseberg é um dos maiores campos de petróleo e gás do Mar do Norte e incluiu alguns campos satélites em desenvolvimento.


As reservas em Dagny, por sua vez, são estimadas pelo Diretório de Petróleo da Noruega em 205 milhões de barris de óleo equivalente (BOE), e a decisão final de investimento para desenvolver o campo deve sair antes do fim deste ano.


Após a troca, a Total passará a ter 14,7% de Oseberg e 39,54% do campo de Dagny. Hoje, a companhia possui 10% e 6,54%, respectivamente.


“Esta troca com a ExxonMobil permite focar nossos esforços em menos e maiores ativos”, disse Patrice de Vivies, vice-presidente-sênior de Exploração e Produção da Total para o Norte europeu, em nota.


Uma pequena compensação financeira será paga pela Total para concluir a operação. A troca deve ser concluída antes do fim de 2012.  As autoridades norueguesas ainda precisam aprovar o negócio.

 



Fonte: Valor Econômico
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