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Gás

Tolmasquim: Petrobras tem capacidade de aumentar importação

19/05/2014 | 18h28

 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou, nesta segunda-feira, 19, que a Petrobras tem capacidade para aumentar a importação de gás natural para atender a demanda da indústria. De acordo com ele, não há falta de gás para as empresas, que teriam reclamado que o gás da Petrobras estaria sendo priorizado para as usinas térmicas.
“Pelo que eu saiba não está faltando gás para ninguém”, disse Tolmasquim, após palestra sobre infraestrutura energética em evento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Ainda de acordo com o presidente da EPE, a Petrobras aumentou a instalação de estações de gás natural e ampliou, neste ano, a compra de gás natural da Bolívia. “Então, hoje, a empresa tem mecanismos e capacidade para aumentar a importação. Não existem problemas relacionados ao fornecimento de gás”.
Indústria rebate
A indústria nacional não tem acesso ao aumento da produção de gás no país. Essa é a principal reclamação de Carlos Cavalcanti, diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que critica a falta de uma política nacional para o uso de gás pela indústria como fonte de energia.
Presente no evento, Cavalcanti afirmou que o aumento da exploração e importação de gás natural pela Petrobras não se reverte em incremento da oferta do gás no mercado nacional. Segundo o diretor, a estatal utiliza a produção para abastecer usinas termelétricas.
“A Petrobras é monopolista, com várias termelétricas e interesses comerciais para elas. Qualquer um que procura hoje a estatal não consegue gás, que vai todo para a geração de energia e produção de fertilizantes. Esse aumento não chega às distribuidoras”, afirmou Cavalcanti.
Ainda de acordo com o diretor, setores da indústria, como cerâmica e têxtil, chegaram a fazer estudos de viabilidade comercial para aumentar o parque industrial utilizando o gás como fonte de energia. No entanto, os planos não saíram do papel quando outras fontes, mais caras, foram levadas em conta.
“Sem esse tipo de ajuda não tem como a indústria se desenvolver e ampliar. Mesmo se o aumento na produção de gás, hoje, não fosse utilizado pela Petrobras, ele estaria contingenciado. Isso evidencia uma falta de política industrial para o uso do gás”, disse.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou, nesta segunda-feira (19), que a Petrobras tem capacidade para aumentar a importação de gás natural para atender a demanda da indústria. De acordo com ele, não há falta de gás para as empresas, que teriam reclamado que o gás da Petrobras estaria sendo priorizado para as usinas térmicas.

“Pelo que eu saiba não está faltando gás para ninguém”, disse Tolmasquim, após palestra sobre infraestrutura energética em evento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ainda de acordo com o presidente da EPE, a Petrobras aumentou a instalação de estações de gás natural e ampliou, neste ano, a compra de gás natural da Bolívia. “Então, hoje, a empresa tem mecanismos e capacidade para aumentar a importação. Não existem problemas relacionados ao fornecimento de gás”.


Indústria rebate

A indústria nacional não tem acesso ao aumento da produção de gás no país. Essa é a principal reclamação de Carlos Cavalcanti, diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que critica a falta de uma política nacional para o uso de gás pela indústria como fonte de energia.

Presente no evento, Cavalcanti afirmou que o aumento da exploração e importação de gás natural pela Petrobras não se reverte em incremento da oferta do gás no mercado nacional. Segundo o diretor, a estatal utiliza a produção para abastecer usinas termelétricas.

“A Petrobras é monopolista, com várias termelétricas e interesses comerciais para elas. Qualquer um que procura hoje a estatal não consegue gás, que vai todo para a geração de energia e produção de fertilizantes. Esse aumento não chega às distribuidoras”, afirmou Cavalcanti.

Ainda de acordo com o diretor, setores da indústria, como cerâmica e têxtil, chegaram a fazer estudos de viabilidade comercial para aumentar o parque industrial utilizando o gás como fonte de energia. No entanto, os planos não saíram do papel quando outras fontes, mais caras, foram levadas em conta.

“Sem esse tipo de ajuda não tem como a indústria se desenvolver e ampliar. Mesmo se o aumento na produção de gás, hoje, não fosse utilizado pela Petrobras, ele estaria contingenciado. Isso evidencia uma falta de política industrial para o uso do gás”, disse.

 



Fonte: Valor Online
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