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Tecnologia

Testando turbinas eólicas

24/07/2013 | 11h10

 

Engenheiros da GE Power Conversion projetaram um motor capaz de fazer testes que simulam a incidência de ventos fortes e tempestades marítimas em turbinas eólicas. Esse equipamento tem 20 mil cavalos de potência (que equivale a 220 carros com motor 1.0) e ainda possui um eixo capaz de fazer de 10 a 20 rotações por minuto. Isso é o dobro do que uma grande turbina eólica geralmente pode fazer em dias de vento forte, permitindo análises técnicas que avaliam o comportamento do equipamento em situações extremas.
Com cerca de 7,8 metros de diâmetro e 330 toneladas, o motor foi montado no National Renewable Energy Center (NAREC), em Blyth, no Reino Unido. O equipamento funciona em combinação com um sistema de teste sofisticado fabricado pela empresa norte-americana MTS.
O sistema é composto por peças hidráulicas e mecânicas que ficam à frente do motor, como uma mandíbula de aço de três pinos gigantes que distribui o torque (força) de forma desigual e permite a simulação de condições extremas. “Nós podemos expor as turbinas ao dobro da sobrecarga que elas estão habituadas”, disse Franz Hubel, Líder global de sistemas de testes da GE Power Conversion.

Engenheiros da GE Power Conversion projetaram um motor capaz de fazer testes que simulam a incidência de ventos fortes e tempestades marítimas em turbinas eólicas. O equipamento tem 20 mil cavalos de potência (que equivale a 220 carros com motor 1.0) e possui um eixo capaz de fazer de 10 a 20 rotações por minuto. Isso é o dobro do que uma grande turbina eólica geralmente pode fazer em dias de vento forte, permitindo análises técnicas que avaliam o comportamento do equipamento em situações extremas.


Com cerca de 7,8 metros de diâmetro e 330 toneladas, o motor foi montado no National Renewable Energy Center (NAREC), em Blyth, no Reino Unido. O equipamento funciona em combinação com um sistema de teste sofisticado fabricado pela empresa norte-americana MTS.


O sistema é composto por peças hidráulicas e mecânicas que ficam à frente do motor, como uma mandíbula de aço de três pinos gigantes que distribui o torque (força) de forma desigual e permite a simulação de condições extremas. “Nós podemos expor as turbinas ao dobro da sobrecarga que elas estão habituadas”, disse Franz Hubel, Líder global de sistemas de testes da GE Power Conversion.

 



Fonte: Ascom GE
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