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Combustíveis

Terrana cresce em São Paulo e anuncia expansão

27/08/2012 | 16h02

 

A distribuidora de combustíveis Terrana, do grupo internacional World Fuel Services (WFS), anunciou que irá expandir as operações em São Paulo com a abertura de duas novas bases em evento comemorativo pelo primeiro ano de atuação no estado. Com 1023 clientes ativos na região, a empresa comunicou que espera fechar 2012 com 810 milhões de litros comercializados - mais do que o dobro do volume vendido no ano passado.
O anúncio sucedeu a palestra de Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Pires acusou o país de ser deficiente em políticas públicas de médio e longo prazo, sem as quais é impossível se antecipar às tendências do mercado. À clientes, fornecedores e parceiros da Terrana, afirmou que “a falta de planejamento aliada à crescente demanda do mercado interno obrigou o país a elevar - e muito - a importação de gasolina, diesel e etanol”.
O palestrante reclamou da falta de alternativas para o abastecimento do mercado interno. “É impensável um país com dimensões continentais como o Brasil ficar restrito ao abastecimento de três grandes empresas. Nos Estados Unidos, são mais de 150. O surgimento de novas empresas de distribuição e refino é iminente”, concluiu ele. No ponto de vista defendido pelo palestrante, o surgimento de postos multimarcas e self-service poderiam sanar algumas dificuldades do setor.

A distribuidora de combustíveis Terrana, do grupo internacional World Fuel Services (WFS), anunciou que irá expandir as operações em São Paulo com a abertura de duas novas bases em evento comemorativo pelo primeiro ano de atuação no estado. Com 1023 clientes ativos na região, a empresa comunicou que espera fechar 2012 com 810 milhões de litros comercializados - mais do que o dobro do volume vendido no ano passado.


O anúncio sucedeu a palestra de Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Pires acusou o país de ser deficiente em políticas públicas de médio e longo prazo, sem as quais é impossível se antecipar às tendências do mercado. À clientes, fornecedores e parceiros da Terrana, afirmou que “a falta de planejamento aliada à crescente demanda do mercado interno obrigou o país a elevar - e muito - a importação de gasolina, diesel e etanol”.


O palestrante reclamou da falta de alternativas para o abastecimento do mercado interno. “É impensável um país com dimensões continentais como o Brasil ficar restrito ao abastecimento de três grandes empresas. Nos Estados Unidos, são mais de 150. O surgimento de novas empresas de distribuição e refino é iminente”, concluiu ele. No ponto de vista defendido pelo palestrante, o surgimento de postos multimarcas e self-service poderiam sanar algumas dificuldades do setor.

 



Fonte: Redação
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