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Eficiência

Terminais offshore garantem eficiência no suprimento das refinarias no sul do Brasil

28/01/2015 | 09h43
Terminais offshore garantem eficiência no suprimento das refinarias no sul do Brasil
Agência Petrobras Agência Petrobras

Os terminais aquaviários responsáveis pelo suprimento das refinarias da Petrobras que abastecem a região sul do país estão ganhando ainda mais eficiência e confiabilidade nas operações. Novas e modernas monoboias, já em funcionamento no terminal de São Francisco do Sul (SC) e em instalação no de Osório (RS), passam a garantir maior precisão no controle das operações de transferência de petróleo e derivados e ainda auxiliam na prevenção de acidentes.

Monoboia é uma espécie de “terminal flutuante”, utilizado na amarração de navios-tanque para a operação de carregamento e descarregamento de petróleo e derivados. Os novos equipamentos possuem tecnologia de ponta: estação meteorológica, que verifica o vento, a corrente marinha e o tamanho das ondas; e equipamentos que monitoram tensão no cabo de amarração do navio, temperatura, pressão, vazão e posição geográfica.

Os dados podem ser monitorados online pelo Capitão de Manobras – profissional responsável por toda a operação, que embarca no navio para realizar a transferência. As novas unidades têm ainda uma estrutura chamada casaria, uma espécie de cabine que abriga e protege os equipamentos internos e torna a operação mais segura para os profissionais envolvidos na manutenção das estruturas.

A troca das monoboias faz parte da modernização permanente realizada pela Transpetro para aprimorar a segurança e a eficiência das operações, além de atender às crescentes demandas de transporte de combustíveis do Sistema Petrobras. Esses dois terminais concentram integralmente a entrada de produtos para as refinarias da Petrobras que abastecem toda a região sul do Brasil. O terminal do Rio Grande do Sul atende à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e à petroquímica Braskem pelo oleoduto Osório-Canoas. Já o de Santa Catarina transfere petróleo bruto para a Refinaria do Paraná (Repar) por meio do Oleoduto Santa Catarina-Paraná.

As novas monoboias foram projetadas para operar por até 25 anos sem necessidade de serem enviadas para reparos em terra.  Toda a instrumentação dos terminais é alimentada por um sistema híbrido de geração elétrica composto por dois painéis solares de 800W cada e duas turbinas eólicas de 400W cada.

Sobre a monoboia

Cada estrutura é ancorada no fundo do mar por correntes especiais e conectadas por tubos flexíveis  a um conjunto submarino de válvulas. Essas válvulas são ligadas ao terminal por dutos submarinos.

Cada monoboia pesa 329 toneladas, mede 12 metros de diâmetro, 16 de altura e possui capacidade para operar com navios que transportam até 1 milhão de barris de petróleo bruto, que chegam a medir cerca de 274 metros de comprimento e 48 metros de largura.



Fonte: Agência Petrobras
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