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Energia

Termelétricas custam R$ 2,7 bilhões por mês ao país, estima Santander

25/01/2013 | 14h19

 

O uso de térmicas (a gás, óleo combustível, diesel e carvão) custa ao país neste momento, em que todas as usinas foram ligadas devido à redução na geração hidráulica, R$ 2,731 bilhões por mês, estima o analista do banco Santander, Márcio Prado. Se as térmicas continuarem ligadas durante todo o ano de 2013 a despesa será de R$ 30 bilhões.
Os valores previstos pelo Santander são bem superiores às estimativas feitas pelo governo, que calcula em torno de R$ 400 milhões por mês o custo com o acionamento das térmicas.
Segundo o Santander, pelo regime atual de tarifas a maior parte dos gastos com as usinas térmicas, ou 56%, será paga pelos consumidores finais das distribuidoras. Os consumidores (indústrias) do mercado livre arcam com 13% das despesas e os 19% restantes são bancados pelas geradoras.
Déficit de 4,5% na geração
O analista do Santander calcula que haverá em 2013 déficit estrutural de 4,5% entre a energia contratada (vendida) e a energia gerada pelas hidrelétricas. Esse déficit deve causar ao sistema impacto financeiro de R$ 522 milhões mensais, ou o equivalente a R$ 6 bilhões no ano, calcula Márcio Prado.
Devido ao Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) as hidrelétricas dividem entre elas o risco hidrológico (quando a geração é inferior à energia garantida). Quando a produção de todas as hidrelétricas fica abaixo da energia garantida, as geradoras são obrigadas a pagar pela geração térmica.

O uso de térmicas (a gás, óleo combustível, diesel e carvão) custa ao país neste momento, em que todas as usinas foram ligadas devido à redução na geração hidráulica, R$ 2,731 bilhões por mês, estima o analista do banco Santander, Márcio Prado. Se as térmicas continuarem ligadas durante todo o ano de 2013 a despesa será de R$ 30 bilhões.


Os valores previstos pelo Santander são bem superiores às estimativas feitas pelo governo, que calcula em torno de R$ 400 milhões por mês o custo com o acionamento das térmicas.


Segundo o Santander, pelo regime atual de tarifas a maior parte dos gastos com as usinas térmicas, ou 56%, será paga pelos consumidores finais das distribuidoras. Os consumidores (indústrias) do mercado livre arcam com 13% das despesas e os 19% restantes são bancados pelas geradoras.



Déficit de 4,5% na geração


O analista do Santander calcula que haverá em 2013 déficit estrutural de 4,5% entre a energia contratada (vendida) e a energia gerada pelas hidrelétricas. Esse déficit deve causar ao sistema impacto financeiro de R$ 522 milhões mensais, ou o equivalente a R$ 6 bilhões no ano, calcula Márcio Prado.


Devido ao Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) as hidrelétricas dividem entre elas o risco hidrológico (quando a geração é inferior à energia garantida). Quando a produção de todas as hidrelétricas fica abaixo da energia garantida, as geradoras são obrigadas a pagar pela geração térmica.

 



Fonte: Valor Online
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