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Mercado

Temperatura amena faz barril cair para US$ 65,73

19/01/2006 | 00h00

O petróleo em Nova York retrocedeu da marca acima de US$ 66 que atingiu na terça-feira, à medida que temperaturas mais amenas indicaram redução na demanda por óleo de aquecimento. Com isso, analistas previram mais um aumento nos estoques de derivados. O contrato para fevereiro caiu US$ 0,58, para US$ 65,73 o barril, após avançar até US$ 66,93. Em Londres, o tipo Brent para março cedeu US$ 0,71, para US$ 64,19.

A temperatura manteve-se mais amena que o normal no nordeste dos Estados Unidos, o maior consumidor de óleo de aquecimento do mundo. A previsão é de que fique entre acima e muito acima do normal até sábado, de acordo com a Meteorlogix. "Não há demanda de aquecimento, estamos passando por um período mais ameno que de costume nos Estados Unidos", afirmou Marshall Steeves, analista do Man Financial.

Analistas ouvidos pela Reuters esperam que os estoques de óleo de aquecimento e outros derivados tenham aumentado em 2,3 milhões de barris na última semana, por conta da demanda reduzida. A previsão para os estoques de gasolina é de crescimento de 1,9 milhão de barris. Para as reservas de petróleo bruto, a expectativa é de queda de apenas 400 mil barris.

Guerrilha ameaça

Guerrilheiros nigerianos ameaçaram estender sua campanha de sabotagem e seqüestros a todas as empresas petrolíferas da Nigéria e disseram que já haviam atacado plataformas operadas por duas outras companhias. O Movimento pela Emancipação do Delta do Níger anunciou, em comunicado, ter atacado instalações operadas pela Total, da França, e pela italiana Agip, subsidiária da ENI, mas porta-vozes das duas empresas negaram os ataques.

Até agora, a Royal Dutch Shell é a única empresa petroleira entre as oito grandes exportadoras mundiais de petróleo a ter confirmado ataques pelo grupo, que seqüestrou quatro trabalhadores estrangeiros do setor petroleiro.

A Shell, maior produtora no Delta do Níger, reduziu em 226 mil barris ao dia sua extração na região, equivalente a 10% da produção nigeriana.



Fonte: Gazeta Mercantil
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