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OTC 2007

Tem início, em Houston, o maior evento da indústria offshore

30/04/2007 | 00h00

Teve início nessa segunda-feira (30), no Reliant Center, em Houston, Texas, a 38a edição Offshore Technology Conference (OTC), maior feira do setor tecnológico e offshore no mundo. O tema do evento neste ano é a transformação da indústria (“Transforming the industry”).

A expectativa dos organizadores é que até a quinta-feira (3) mais de 60 mil profissionais, entre engenheiros, executivos, pesquisadores, técnicos e gerentes de operadoras e empresas de mais de 110 países, representando todas as áreas de atividades de exploração de petróleo em mar,  visitem a feira neste ano.

Em 2007, a OTC conta com a participação de 2.300 companhias, representando 31 países, espalhados por 530 metros quadrados do Reliant Center e do Astrodome, um dos mais famosos estádios fechados dos EUA (em 2005 o Astrodome serviu de abrigo para as vítimas dos estragos provocados pelo furacão Katrina). Segundo a organização do evento, é impossível contar a quantidade de apertos de mãos ou negócios. Já o número de apresentações técnicas é de , e 291 apresentações técnicas.

A OTC é um evento anual, realizado desde 1969, e que em seu primeiro ano contava com apenas 200 companhias distribuídas em quase 40 metros quadrados. O evento deste ano tem um significado especial pois marca o 60 aniversário da indústria offshore.

“Se em 1997, comemorávamos as conquistas dos cinquenta anos da indústria offshore, hoje buscamos encarar e reconhecer os tantos desafios que estão por vir”, comemorou o chairman da OTC, Arnis Judzis.

“Como muitos outros setores, os modelos de negócios, estações de trabalho e até as formas de comunicação mudaram muito ao longo das décadas. A indutria offshore tem reagido a essas mudanças e é sobre isso que versa a OTC deste ano. Enquanto respondíamos a essas mudanças, tivemos que reinventar nossos trabalhos rapidamente. Ao mesmo tempo, ficamos mais atentos aos impactos da indústria de óleo e gás no mundo. Vivenciamos avanços tecnológicos sem os quais a nossa indústria não estaria onde está.”, explicou.

“No entanto, a proatividade tem sido o mais essencial fator de transformação que temos experimentado e que, tenho certeza, continuaremos a experimentar nas décadas seguintes”, completou o executivo.



Fonte: Da redação
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