Inovação

Tecnologia trata resíduos sólidos em plataformas e embarcações

Tridimensional Engenharia fabricará equipamento no Brasil.

Redação
22/03/2013 10:55
Tecnologia trata resíduos sólidos em plataformas e embarcações Imagem: Tridimensional Engenharia fabricará ST-150 no país Visualizações: 1720

 

A Tridimensional Engenharia vai começar a fabricar uma nova tecnologia no Brasil voltada para o tratamento de resíduos sólidos no setor offshore. O equipamento, desenvolvido pela britânica DPS Global e trazido ao Brasil pela parceria tecnológica das duas empresas, pode ser instalado em plataformas e embarcações para dar fim ao grande volume de resíduos produzidos, sem gerar emissões de gases poluentes na atmosfera.
De acordo com o presidente da Tridimensional, Antonio Müller, a tecnologia, denominada ST-150, pode representar um ganho tanto na parte ambiental, quanto na parte de custos para as empresas que operam as plataformas e embarcações.
“Hoje há muitos gastos com embarcações de apoio para despachar os resíduos, além de trazer o problema para terra, onde já existe uma dificuldade em relação ao que fazer com o lixo. O mundo está vendo isso e a Marinha Britânica já está usando essa tecnologia”, destacou.
Em avaliação divulgada em 2011, o Ibama calculou a produção de resíduos sólidos em 44.437 toneladas somente nas atividades de Exploração e Produção offshore em 2009. Desse total, 54% foram classificados como resíduos perigosos. O órgão ainda não apresentou dados mais recentes, mas de lá para cá a quantidade de plataformas e embarcações em operação aumentou bastante.
A tecnologia apresentada pela Tridimensional leva os resíduos - como panos, restos de comida e lixo em geral - a uma temperatura de até 900°C, sem a presença de oxigênio, de forma que os resíduos são transformados em cinzas, sem que haja a emissão de gases poluentes na atmosfera.
Segundo Müller, o equipamento pode reduzir o volume dos rejeitos em mais de 90%, além de ter uma capacidade de processar de 120 kg por hora até 580 kg por hora, dependendo do tipo de resíduo.
A Tridimensional é uma das empresas mais tradicionais do mercado de engenharia industrial brasileiro, com atuação nas áreas de energia, óleo e gás, mineração, metalurgia e siderurgia,papel e celulose, química e petroquímica.

A Tridimensional Engenharia vai começar a fabricar uma nova tecnologia no Brasil voltada para o tratamento de resíduos sólidos no setor offshore. O equipamento, desenvolvido pela britânica DPS Global e trazido ao Brasil pela parceria tecnológica das duas empresas, pode ser instalado em plataformas e embarcações para dar fim ao grande volume de resíduos produzidos, sem gerar emissões de gases poluentes na atmosfera.


De acordo com o presidente da Tridimensional, Antonio Müller, a tecnologia, denominada ST-150, pode representar um ganho tanto na parte ambiental, quanto na parte de custos para as empresas que operam as plataformas e embarcações.


“Hoje há muitos gastos com embarcações de apoio para despachar os resíduos, além de trazer o problema para terra, onde já existe uma dificuldade em relação ao que fazer com o lixo. O mundo está vendo isso e a Marinha Britânica já está usando essa tecnologia”, destacou.


Em avaliação divulgada em 2011, o Ibama calculou a produção de resíduos sólidos em 44.437 toneladas somente nas atividades de Exploração e Produção offshore em 2009. Desse total, 54% foram classificados como resíduos perigosos. O órgão ainda não apresentou dados mais recentes, mas de lá para cá a quantidade de plataformas e embarcações em operação aumentou bastante.


A tecnologia apresentada pela Tridimensional leva os resíduos - como panos, restos de comida e lixo em geral - a uma temperatura de até 900°C, sem a presença de oxigênio, de forma que os resíduos são transformados em cinzas, sem que haja a emissão de gases poluentes na atmosfera.


Segundo Müller, o equipamento pode reduzir o volume dos rejeitos em mais de 90%, além de ter uma capacidade de processar de 120 kg por hora até 580 kg por hora, dependendo do tipo de resíduo.


A Tridimensional é uma das empresas mais tradicionais do mercado de engenharia industrial brasileiro, com atuação nas áreas de energia, óleo e gás, mineração, metalurgia e siderurgia,papel e celulose, química e petroquímica.

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