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Siderurgia

Techint e Usiminas têm mais chance de levar CSA, mostra pesquisa

07/03/2013 | 10h12

 

A possibilidade de a CSN comprar a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) atualmente é menor do que chance de a aquisição ser realizada pela ítalo-argentina Techint ou pela Usiminas, empresa cujo bloco de controle ela integra, mostra pesquisa realizada pelo banco de investimento Brasil Plural e divulgada hoje.
Foram consultados 38 investidores de 26 a 28 de fevereiro e, para eles, a probabilidade de uma união entre CSN e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) levar a usina é de 46%. Um consórcio de Techint e Usiminas ou a dona da Ternium sozinha têm cerca de 55% das projeções.
Em um estudo semelhante de outubro, a Brasil Plural mostrou que a companhia de Benjamin Steinbruch tinha 74% de chance de ficar com a CSA. Para a financeira, o mercado mostra que preferiria que a siderúrgica não comprasse o ativo, mas que a reação dos investidores, em geral, é de pessimismo exagerado em relação aos riscos.
A maioria dos entrevistados — quase 40%  — prevê que a transação saia por entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões. Segundo fontes, a CSN ofereceu aproximadamente US$ 3,8 bilhões pela Steel Americas da ThyssenKrupp, que além da unidade brasileira agrupa ainda a usina de Calvert, no Estado americano do Alabama.
Expectativa para Vale
Quanto à Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, os investidores ouvidos pela Brasil Plural mostraram um otimismo que surpreendeu o banco. Quase 85% dos entrevistados acreditam que o novo marco regulatório da mineração trará tributos abaixo de 8% para o insumo, incluindo royalties e possíveis taxas de participação.
“Como a visão dos investidores apareceu em grande parte na melhor possibilidade para a Vale, nos perguntamos se há algum potencial de alta para a ação quando os números forem revelados”, pondera o relatório. Caso a proporção venha muito acima dessa expectativa, poderia também haver uma forte queda no preço dos papéis.
Sobre a contribuição referente ao lucro líquido conquistado pelas subsidiárias no exterior, o banco concorda com o mercado e acredita em um acerto que fique bem abaixo dos valores inicialmente propostos.
Na pesquisa, o Brasil Plural mostra que a maioria dos entrevistados — aproximadamente 45% — creem em um valor presente líquido para essa nova cobrança entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões. Apenas 5% preveem a chance de esse montante ultrapassar os R$ 20 bilhões.

A possibilidade de a CSN comprar a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) atualmente é menor do que chance de a aquisição ser realizada pela ítalo-argentina Techint ou pela Usiminas, empresa cujo bloco de controle ela integra, mostra pesquisa realizada pelo banco de investimento Brasil Plural e divulgada ontem (6). Foram consultados 38 investidores de 26 a 28 de fevereiro e, para eles, a probabilidade de uma união entre CSN e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) levar a usina é de 46%. Um consórcio de Techint e Usiminas ou a dona da Ternium sozinha têm cerca de 55% das projeções.

 

Em um estudo semelhante de outubro, a Brasil Plural mostrou que a companhia de Benjamin Steinbruch tinha 74% de chance de ficar com a CSA. Para a financeira, o mercado mostra que preferiria que a siderúrgica não comprasse o ativo, mas que a reação dos investidores, em geral, é de pessimismo exagerado em relação aos riscos. A maioria dos entrevistados — quase 40%  — prevê que a transação saia por entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões. Segundo fontes, a CSN ofereceu aproximadamente US$ 3,8 bilhões pela Steel Americas da ThyssenKrupp, que além da unidade brasileira agrupa ainda a usina de Calvert, no Estado americano do Alabama.


Expectativa para Vale


Quanto à Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, os investidores ouvidos pela Brasil Plural mostraram um otimismo que surpreendeu o banco. Quase 85% dos entrevistados acreditam que o novo marco regulatório da mineração trará tributos abaixo de 8% para o insumo, incluindo royalties e possíveis taxas de participação.


“Como a visão dos investidores apareceu em grande parte na melhor possibilidade para a Vale, nos perguntamos se há algum potencial de alta para a ação quando os números forem revelados”, pondera o relatório. Caso a proporção venha muito acima dessa expectativa, poderia também haver uma forte queda no preço dos papéis. Sobre a contribuição referente ao lucro líquido conquistado pelas subsidiárias no exterior, o banco concorda com o mercado e acredita em um acerto que fique bem abaixo dos valores inicialmente propostos. Na pesquisa, o Brasil Plural mostra que a maioria dos entrevistados — aproximadamente 45% — creem em um valor presente líquido para essa nova cobrança entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões. Apenas 5% preveem a chance de esse montante ultrapassar os R$ 20 bilhões.

 



Fonte: Valor Econômico
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