acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
indústria

Suzlon avalia fábrica no RS para atender eólicas

16/02/2011 | 09h50
A instalação de uma fábrica de aerogeradores da indiana Suzlon em Tapes (RS), às margens da Lagoa dos Patos, depende do sucesso do projeto do parque gerador de 588 megawatts (MW) projetado para a região pela Impel Engenharia, braço brasileiro do grupo espanhol de mesmo nome, no leilão de energia eólica que deve ocorrer em agosto. As duas empresas são sócias na central eólica Alhandra, na Paraíba, que teve a primeira turbina implantada no fim do ano, e em um projeto de 210 MW para Galinhos (RN), que também será inscrito no leilão.
 

Segundo o presidente da Suzlon no Brasil, Arthur Lavieri, a possível unidade industrial ainda não está dimensionada e não colide com a implantação de uma fábrica de pás para aerogeradores no Ceará, que exigirá investimentos de R$ 30 milhões, poderá produzir 300 peças por ano em um turno de trabalho e tem previsão de início das operações para o começo de 2012. O presidente mundial da companhia, Tulsi Tanti, acrescentou que se a unidade gaúcha for efetivada, ela também servirá de base para exportações para países da região como Argentina e Chile.
 

Lavieri, Tanti e o presidente da Impel, Lusivaldo Monteiro, visitaram ontem o município gaúcho e reuniram-se à tarde com o governador do Estado, Tarso Genro (PT), para discutir o assunto. O presidente da Suzlon no Brasil disse que o governador demonstrou "compromisso" com a geração eólica e explicou que o projeto também requer a instalação de uma subestação pela estatal gaúcha de energia CEEE e a construção de um terminal portuário na Lagoa dos Patos.
 

Terceira maior empresa do mundo no segmento, a Suzlon já opera no Brasil onze parques eólicos, montados com aerogeradores importados, que somam 388 MW de potência. Recentemente foi contratada pela Martifer Renováveis para construir e operar 104 torres, com 218 MW, ao custo de R$ 700 milhões, e tem engatilhados mais quatro contratos que somam 400 MW e até R$ 1,3 bilhão.


Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar