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Petroquímica

Suzano pode ter fábrica no Paraná

09/10/2006 | 00h00

A Suzano Petroquímica demonstrou interesse, pela primeira vez, em construir uma fábrica no Paraná de produção de polipropileno. O assunto vem sendo discutido por executivos da companhia e diretores da Petrobras. Os investimentos, vistos como uma das opções para a expansão da Suzano, podem chegar a US$ 200 milhões.

"Ter uma unidade de polipropileno aqui é um sonho", disse João Adolfo Oderich, gerente-geral da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), de Araucária (PR).

No fim de 2005, a refinaria fechou contrato com a Suzano para o fornecimento anual de pelo menos 170 mil toneladas de propeno - a matéria-prima para produção de polipropileno que é usada para fabricação de acessórios e peças para automóveis e embalagens.

"Nada impede que do ponto de vista logístico a Suzano tenha uma unidade industrial no Paraná", disse o co-presidente da petroquímica, João Nogueira Batista. "Faz sentido." No entanto, ele disse que o projeto faz parte do leque de alternativas de crescimento da companhia. "É cedo ainda para tomar uma posição", disse.

Para ajudar a tirar o investimento da Suzano do papel, a refinaria terá, entre outros fatores, de fazer uma expansão do fornecimento para 200 mil toneladas por ano para se tornar economicamente viável. Segundo Oderich, a Petrobras estuda formas de elevar o fornecimento.

As primeiras entregas da matéria-prima estão marcadas para dezembro de 2008. "Temos esse compromisso e estamos correndo para atender", completou o gerente da refinaria do Paraná.

Segundo Nogueira, a intenção da Suzano é utilizar o propeno contratado com a refinaria do Paraná nos projetos em expansão das fábricas de Duque de Caixas (RJ) e Mauá (SP). A empresa prevê ampliar sua capacidade para 875 mil toneladas em 2008. Para isso teria de buscar outra alternativa de abastecimento de matéria-prima para essas duas unidades para viabilizar a fábrica no Paraná.

A produção de propeno é novidade na Repar, que receberá investimentos de US$ 2,1 bilhões até 2011, grande parte disso para uso em melhorias ambientais. O valor anunciado no ano passado era de US$ 1,39 bilhão, mas o executivo contou que ele foi revisado para cima porque houve reajuste nos preços de aço, equipamentos e serviços.

Hoje a Repar é responsável por cerca de 12% da produção nacional de derivados de petróleo e sua capacidade de processamento, de 32 milhões de litros por dia, será ampliada para 35 milhões de litros. Além disso, a refinaria ganhará novas unidades para a produção de coque de petróleo, gasolina e diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), propeno e hexano.



Fonte: Valor Econômico
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